Pastor sai em defesa da Xuxa e critica os evangélicos

O líder da Igreja Reina Hermes C. Fernandes, disse que a Xuxa tem o seu total apoio, ela irá lançar um livro LGBTQI+ para as crianças


3 meses atrás | Caio Rangel



Xuxa Meneghel (Reprodução)

Depois da polêmica após anunciar que irá lançar um livro com temática LGBTQI+ para as crianças, a apresentadora Xuxa Meneghel foi defendida por um pastor evangélico.

Hermes Carvalho Fernandes, que é líder da Igreja Reina, tem adotado uma postura contrária a grande massa evangélica. Há cerca de duas semanas atrás ele usou as redes sociais para sair em defesa do youtuber Felipe Neto, e agora para defender a Xuxa.

+ “Fomos gerados pelo sêmen de Deus”, declara pastor e causa polêmica

Hermes deixou claro que não compactua com os julgamentos feitos à Rainha dos Baixinhos.

“O diabo perdeu o emprego! Sim, ele que antes nos acusava dia e noite diante de Deus, já não o faz mais. E sabe porque? Porque todos os nossos pecados foram perdoados por Aquele que nos ama incondicionalmente”, começou, num longo texto que escreveu em seu Instagram.

“Infelizmente, alguns cristãos parecem disputar a vaga deixada pelo coisa-ruim e saem por aí acusando a Deus e o mundo. Adoram vasculhar o passado das pessoas atrás de algo para apontar. Uma das vítimas desta sanha cristã é a Xuxa”, continuou, dizendo que Xuxa tem seu total apoio.

 

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O diabo perdeu o emprego! Sim, ele que antes nos acusava dia e noite diante de Deus, já não o faz mais. E sabe porque? Porque todos os nossos pecados foram perdoados por Aquele que nos ama incondicionalmente. Infelizmente, alguns cristãos parecem disputar a vaga deixada pelo coisa-ruim e saem por aí acusando a Deus e o mundo. Adoram vasculhar o passado das pessoas atrás de algo para apontar. Uma das vítimas desta sanha cristã é a Xuxa. Segue abaixo uma resposta coerente aos seus detratores. Meu total apoio à apresentadora pelo livro de sua autoria que tem como objetivo combater o preconceito sofrido pelos LGBTQI+ “Quando cheguei ao Rio, eu era chamada de interiorana. Achavam graça do jeito como eu falava, riam do lugar onde eu nasci (minha linda Santa Rosa, no Rio Grande do Sul), diziam que eu era caipira. Depois, aos 16 anos, quando comecei a trabalhar, me chamavam de suburbana. Eu pegava um trem e levava uma hora para chegar à Central do Brasil e de lá pegava outra condução para estar ao lugar marcado, o que é a realidade de muita gente. Depois, aos 17 anos, namorei Pelé, o maior ídolo do país por 6 anos e foi aí que eu conheci a maldade real das pessoas. Fui chamada de puta, interesseira que queria aparecer às custas de um rico famoso, garota de programa de luxo e muitos outros nomes. Quando comecei a trabalhar para crianças, aos 20 anos, fui taxada de loira burra, despreparada. Disseram que eu tinha relações com as Paquitas, com minha diretora e que eu não poderia trabalhar com o público infantil. Comecei outro relacionamento, com o segundo maior ídolo desse país, o que incomodou muita gente. Diziam que era um relacionamento de fachada. Depois, resolvi ter minha filha aos 35 anos sem me casar e disseram que eu era mau exemplo para os públicos infantil e adolescente. O então ministro José Serra, na época, disse até que eu estava incentivando as jovens a seguir o meu exemplo. Será que trabalhar muito, ter uma conta bancaria alta, ser uma mulher independente, resolver ter filho aos 35 anos, cuidar da saúde, não fumar, não beber, são maus exemplos?

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