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Malafaia coloca filho como vice-presidente da ADVEC e nega nepotismo

O líder religioso destacou a trajetória do seu filho, afirmando que a sua escolha se deu por méritos

Por Caio Rangel • Publicado em 16/05/2025 às 20h11 • Atualizado em 20/05/2025 às 11h25
Malafaia e Silas Filho (Reprodução)

Durante participação no podcast Balaio, o pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), trouxe à tona um tema sensível no meio evangélico: a sucessão de lideranças dentro das igrejas.

Ao revelar que seu filho, o pastor Silas Malafaia Filho, ocupa atualmente o cargo de vice-presidente da denominação, o líder fez questão de rebater críticas sobre suposto favorecimento familiar.

Segundo Malafaia, a escolha do filho para a vice-presidência da ADVEC não foi automática nem motivada por laços de sangue.

“Ele não está lá porque é meu filho,” declarou o pastor, destacando que Silas Filho passou por diversas etapas internas, desde o comando de congregações até a submissão à liderança de outros pastores, antes de assumir funções de maior responsabilidade.

O comentário, embora direto, reacende um debate frequente no cenário evangélico brasileiro: o da continuidade “hereditária” em cargos de liderança. Em muitos casos, fiéis e críticos apontam que a sucessão parece seguir um modelo de dinastia, onde apenas parentes próximos dos presidentes conseguem assumir o controle das convenções.

Essa percepção tem sido uma das causas mais comuns de divisões e cisões dentro de grandes denominações. Em algumas situações, os estatutos são modificados para viabilizar legalmente a ascensão de filhos ou genros à presidência, gerando desconforto entre pastores e fomentando disputas internas.

Um exemplo clássico que pode ser citado nesses debates é a CGADB (Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil), onde a influência da família Bezerra da Costa se mantém há décadas. Atualmente, a presidência está sob a liderança do pastor José Wellington Bezerra da Costa Jr., filho do icônico líder José Wellington.

O mesmo padrão se repete em diversas convenções estaduais, onde líderes, ainda em vida, moldam seus sucessores entre os familiares, mantendo o poder dentro do núcleo familiar. Esse modelo, embora criticado por parte do meio evangélico, continua sendo uma prática recorrente em várias regiões do país.

“No mínimo você acha que esse rapaz com essa carinha jovem já passou por tudo isso que ele falou?? Foi bem rápido promissor e com sucesso essa carreira!!!”, escreveu um internauta.



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