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Agenor Duque critica tatuagens em cristãos após vídeo de igreja viralizar

O religioso usou versículos bíblicos para justificar sua posição contra tatuagens no corpo de fiéis.

Por Caio Rangel • Publicado em 16/07/2025 às 09h21 • Atualizado em 16/07/2025 às 09h24
Apóstolo Agenor Duque (Reprodução)

O apóstolo Agenor Duque, líder da Igreja Plenitude do Trono de Deus, utilizou suas redes sociais para se posicionar contra a prática de cristãos fazerem tatuagens.

A declaração veio após a repercussão de um vídeo da igreja We Are Reino, localizada em Balneário Camboriú (SC), no qual diversos membros aparecem tatuando no pulso a inscrição “Mt 24:14”, referência ao versículo do Evangelho de Mateus.

Ao compartilhar o vídeo, Duque publicou um texto firme, citando passagens bíblicas para justificar sua oposição à iniciativa da igreja catarinense. Segundo ele, a marca no corpo representa uma influência do mundo e contraria princípios espirituais que deveriam ser observados pelos fiéis.

“A Bíblia é clara: ‘Não fareis marca nenhuma sobre vós. Eu sou o Senhor’”, escreveu, citando Levítico 19:28. O apóstolo também mencionou 1 Coríntios 6:19-20, reforçando que o corpo do cristão deve ser tratado como templo do Espírito Santo, e não como um espaço para manifestações externas.

Para Agenor Duque, tatuagens feitas com consciência e propósito espiritual não justificam a prática. “O corpo do cristão não é vitrine de rebeldia, mas templo da glória de Deus. Fazer tatuagens conscientemente, à luz da Palavra, é tomar o nome do Senhor em vão”, argumentou.

O líder religioso concluiu sua reflexão afirmando que as verdadeiras marcas do cristão devem ser espirituais, como a santidade, o temor e a obediência, e não físicas. “Que o Espírito Santo encontre em nós um altar limpo, e não um muro grafitado pelo mundo”, finalizou.

A declaração de Agenor Duque gerou ampla repercussão nas redes sociais, com reações divididas entre internautas. Enquanto alguns fiéis elogiaram a postura do apóstolo por defender uma interpretação mais tradicional das Escrituras, outros criticaram o tom usado, argumentando que a espiritualidade não deve ser medida por aparências externas.

A polêmica evidencia como temas como tatuagem, estética e expressão pessoal continuam a provocar tensão dentro do meio evangélico, especialmente entre gerações mais jovens e líderes de linha conservadora.

 



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