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André Valadão vê perseguição em inclusão de Malafaia em inquérito da PF

Religioso classificou como grave o fato de a notícia ter sido divulgada pela GloboNews antes da defesa do pastor

Por Caio Rangel • Publicado em 19/08/2025 às 10h06
André Valadão (Reprodução)

O pastor André Valadão, líder da Igreja Batista da Lagoinha, se pronunciou nesta segunda-feira (18) sobre a inclusão do nome do pastor Silas Malafaia no inquérito da Polícia Federal que apura suposta obstrução de justiça relacionada à tentativa de golpe de Estado.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Valadão destacou que a defesa da liberdade de expressão deve ser garantida a todos os cidadãos, independentemente de sua posição social ou religiosa. “Defender o direito de todo cidadão de opinar, questionar e ser ouvido não significa concordar com todas as posições; significa proteger a mesma regra para todos, sem privilégio ou perseguição”, afirmou.

O líder da Lagoinha ressaltou que críticas precisam ser respeitadas e respondidas pelas autoridades, e não silenciadas. “O brasileiro precisa ter liberdade para se manifestar, votar em quem quiser e, se julgar necessário, pedir alternância de poderes. Isso é democracia”, acrescentou.

Valadão também classificou como “grave” o fato de a inclusão de Malafaia no inquérito ter sido divulgada pela imprensa antes de qualquer comunicação oficial ao pastor ou a seus advogados. Para ele, esse tipo de atitude coloca em risco a transparência e a imparcialidade das instituições. “O Estado laico não é um Estado mudo. É um Estado que garante a mesma regra para todos. Para os de dentro e para os de fora da Igreja”, enfatizou.

A polêmica ganhou força no meio evangélico no fim de semana, quando o Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb) divulgou uma nota pública repudiando a inclusão de Malafaia no inquérito. O documento, assinado por 25 pastores de diferentes denominações, classificou a medida como “imprópria e injusta”.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação trata de supostos crimes como obstrução de justiça, coação no curso do processo, associação criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. A menção ao nome de Malafaia gerou forte comoção entre lideranças evangélicas, que enxergam a situação como mais um episódio de perseguição religiosa.

Clique aqui para assistir ao vídeo

 



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