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Pastor da igreja de Leonardo Sale é agredido e roubado durante corrida por app

A vítima foi forçada a ficar sem roupas no porta-malas e teve contas esvaziadas com transferências via Pix

Por Caio Rangel • Publicado em 06/08/2025 às 09h41
Pastor Alexandre Carlos e Leonardo Sale (Reprodução)

O pastor Alexandre Carlos, da Igreja Pentecostal Tempo de Milagres (IPTM) em Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, viveu horas de terror no último sábado (2), após ser sequestrado por criminosos enquanto trabalhava como motorista de aplicativo. Rendido por três homens em Realengo, ele foi agredido, roubado e mantido como refém por mais de sete horas. Mesmo sob ameaças e humilhação, ele revelou que intercedeu em oração pelos assaltantes, pedindo a Deus que os perdoasse e transformasse suas vidas.

“Eles me mandaram tirar toda a roupa e me colocaram nu dentro do porta-malas. Levaram tudo meu: celular, dinheiro, fizeram transferências nas minhas contas. Mas ali dentro, mesmo naquela situação, eu orei por eles. Disse que Deus tem uma família para eles, que Ele pode perdoá-los”, relatou o pastor em vídeo divulgado nesta terça-feira (5). Alexandre pertence à Catedral IPTM Bangu, liderada pelo pastor Leonardo Sale.

Além da violência física e psicológica, o religioso também teve valores transferidos via Pix para uma conta vinculada a uma casa de apostas, segundo seu relato. Ele foi libertado horas depois na Estrada da Água Branca, via que liga Realengo a Bangu.

No vídeo, o pastor emocionado enviou uma mensagem direta aos sequestradores. “Eu não quero que a justiça de Deus castigue vocês. Pelo contrário, eu oro para que se arrependam, mudem de vida e conheçam a verdade. Eu desejo reencontrá-los, mas não na cadeia. Quero ver vocês dentro da igreja, e se possível, em cima de um altar pregando a Palavra”, afirmou.

A 33ª Delegacia de Polícia (Realengo) assumiu as investigações e busca identificar os envolvidos no crime. A corrida foi realizada pela plataforma 99, que confirmou o bloqueio definitivo do perfil do passageiro envolvido assim que o caso foi reportado à Central de Segurança da empresa.

Em nota oficial, a 99 declarou que lamenta profundamente o ocorrido, afirmou estar colaborando com as autoridades e informou que entrou em contato com o pastor para oferecer suporte psicológico e garantir o acesso ao seguro da plataforma, que cobre custos médicos decorrentes de situações de violência.



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