O pastor e teólogo Marcos Granconato, líder da Igreja Batista Redenção, em São Paulo, voltou ao centro das atenções após publicar novas declarações polêmicas nas redes sociais. Conhecido por seu tom direto e por críticas contundentes ao cenário político e religioso, Granconato reacendeu debates intensos entre evangélicos e internautas.
Durante uma interação com seguidores na tradicional “caixinha de perguntas” do Instagram, o pastor afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria “o pior brasileiro que já existiu” e classificou o Brasil como uma “nação amaldiçoada por Deus”. Segundo ele, o atual governo representa “o maior esquema de corrupção da Via Láctea” e tem se sustentado por meio de “mentiras repetidas há décadas”.
Granconato acusou Lula de prometer o fim da fome, mas, segundo o pastor, apenas “eliminou a miséria dos próprios aliados”. Apesar da crítica severa, o religioso ressaltou que os cristãos não devem odiar o presidente, mas orar por ele, “pois, mesmo estando do lado oposto dos valores cristãos, ainda é uma criatura feita à imagem e semelhança de Deus”.
Essa não é a primeira vez que o líder batista se envolve em polêmicas nas redes sociais. Recentemente, Granconato declarou ter “expulsado” de suas redes todos os seguidores de esquerda que celebraram a morte do ativista norte-americano Charlie Kirk, conhecido por sua militância conservadora.
Além das questões políticas, o pastor também faz críticas frequentes a outras denominações evangélicas, especialmente às igrejas pentecostais. Em uma de suas respostas recentes, afirmou que “quem fala em línguas sabe que está mentindo”, descrevendo o ato como um “português embaralhado sem nada de sobrenatural”.
Granconato explicou ainda que, biblicamente, o dom de línguas seria a capacidade de falar um idioma estrangeiro sem nunca o ter estudado. Mesmo assim, disse acreditar que muitos pentecostais “são sinceros”, ainda que estejam equivocados sobre o verdadeiro significado da prática.
As declarações, como de costume, dividiram opiniões entre seus seguidores, reforçando a imagem do pastor como uma das figuras mais provocativas e controversas do meio reformado brasileiro.
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