O pastor e missionário Elizeu Oliveira está na Ucrânia a convite de líderes locais para ministrar em conferências e participar de ações evangelísticas em meio à guerra. Ele é o primeiro pregador brasileiro e sul-americano a levar a Palavra de Deus ao país durante o conflito.
Em suas redes sociais, Elizeu afirmou sentir-se “honrado e com um peso de responsabilidade” por representar o Brasil nesse momento difícil. O pastor descreveu a realidade ucraniana como marcada pela dor, perdas e destruição, mas também pela fé e esperança de um povo que continua adorando a Deus em meio às adversidades.
Segundo Elizeu, os pastores ucranianos seguem firmes na missão de cuidar espiritualmente de seus rebanhos, mesmo diante das incertezas da guerra. Ele destacou o exemplo de resiliência e fé da Igreja na Ucrânia, afirmando que o país “está ferido, mas determinado a renascer das cinzas”.
O missionário finalizou seu relato pedindo orações e intercessão pelos cristãos ucranianos, alertando que “a dor de uma nação não pode ser ignorada por aqueles que vivem em segurança e paz”.
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Líder cristão nigeriano pede ajuda a Donald Trump diante de genocídio de cristãos na Nigéria
O apóstolo Harrison Ayintete, líder cristão da Nigéria, fez um apelo comovente ao ex-presidente Donald Trump, pedindo intervenção urgente diante do que classificou como um “genocídio cristão” em curso no país. A declaração ocorreu durante um enterro coletivo de vítimas da violência e se espalhou rapidamente nas redes sociais.
Em vídeo publicado no X (antigo Twitter), Ayintete lamentou o silêncio das autoridades nigerianas e internacionais: “O genocídio cristão na Nigéria é um ataque satânico que continua sendo negado. Quantos mais precisam morrer antes que algo seja feito?”, desabafou.
Segundo o relatório da Sociedade Internacional para as Liberdades Civis e o Estado de Direito, citado pelo site Persecution.org, mais de 19 mil igrejas foram atacadas, incendiadas ou fechadas desde 2009. A média atual é de cerca de 100 templos destruídos por mês, em ações atribuídas a grupos jihadistas como Boko Haram, ISWAP e milícias fulani.
Mesmo sob constante ameaça, milhões de cristãos nigerianos continuam se reunindo para cultuar, em um verdadeiro ato de fé e resistência.
Com seu apelo, o apóstolo Ayintete tenta romper o silêncio internacional e chamar atenção para uma crise humanitária que, segundo organizações de direitos humanos, já tirou milhares de vidas e devastou comunidades inteiras.