MACEIÓ (AL) — O pastor Jacques Balbino, líder da Assembleia de Deus Brás em Alagoas, disparou críticas contra modelos de gestão eclesiástica baseados no controle. Em pronunciamento que circula nas redes sociais, o líder religioso questiona normas que impedem a circulação de fiéis entre congregações.
“Controle não é cuidado”
Balbino sinaliza que práticas coercitivas extrapolam a função pastoral. Ele afirma que vínculos sustentados por dependência institucional revelam uma compreensão equivocada da fé cristã. Segundo o líder, o Evangelho é incompatível com a apropriação simbólica de membros.
O pastor desconstrói a justificativa de que restrições administrativas servem para proteger as ovelhas. Para ele, esse discurso encobre relações de poder. Balbino afirma que a liberdade deve ser o pilar da vivência cristã autêntica.
Postura adotada na AD Brás em Alagoas
Ao tratar da realidade da AD Brás no estado, o dirigente assegura que não impõe obstáculos às decisões individuais dos fiéis. Ele sinaliza que a autonomia e a responsabilidade pessoal são fundamentais. A postura de Jacques Balbino confronta lideranças tradicionais que utilizam normas rígidas para manter o quórum.
A discussão sobre autonomia eclesiástica em Alagoas ganha força em um período de fragmentação das grandes denominações. Com a mobilidade social e digital, fiéis buscam lideranças menos hierárquicas. O posicionamento de Balbino reflete uma tendência global de descentralização do poder religioso, onde a fidelidade é conquistada pela mensagem, e não por imposições administrativas ou territoriais.
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