Curiosidade

Além do Roupa Nova: A face evangélica de Serginho Herval que muitos não conheciam

Vocalista de clássicos do pop nacional mantém ministério ativo desde 2017; experiência em culto nos EUA marcou o retorno definitivo à fé

Por Caio Rangel • Publicado em 28/01/2026 às 10h47
Serginho Herval, baterista da banda Roupa Nova, sentado na bateria durante ensaio musical.
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RIO DE JANEIRO (RJ) — Conhecido por ser a voz de baladas inesquecíveis e um dos bateristas mais técnicos do país, Serginho Herval, do Roupa Nova, guarda uma trajetória espiritual que tem surpreendido o grande público.

O músico sinaliza que, além das turnês com a banda, mantém um ministério consolidado com quase 30 canções evangélicos lançados em sua carreira solo.

Embora tenha tido um encontro com Cristo em 1994 e gravado com a banda gospel Raízes em 1996, Serginho afirma que a rotina intensa de viagens o afastou da igreja por um período.

No entanto, o músico afirma que sua vida mudou radicalmente em 2015, durante uma agenda em Los Angeles. Ao visitar a igreja Hillsong, o baterista contou que foi “invadido por uma enorme presença de Deus”, o que resultou em um choro coletivo com sua esposa e filho e em um novo chamado ministerial.

Serginho Herval afirma que seu dom foi concebido por Deus ainda no ventre materno e que sua produção musical cristã é uma forma de retribuição. “Eis-me aqui, estou fazendo”, declara o músico ao falar sobre sua extensa discografia gospel, que ganhou força em 2017 com postagens em seu canal no YouTube. No último ano, ele lançou um single emocionante que detalha sua experiência espiritual nos Estados Unidos.

Roupa Nova e o legado cristão

A curiosidade sobre Serginho abre portas para uma análise mais profunda da banda. O músico sinaliza que outros integrantes do Roupa Nova também possuem raízes evangélicas e que o grupo já contribuiu indiretamente para a música cristã brasileira através de arranjos e participações em álbuns que se tornaram clássicos nas igrejas.

Cantores como Aline Barros, Kleber Lucas, entre outros já, tiveram álbuns produzidos e tocados pela banda em estúdio.

“Eu procuro ter uma postura cristã. Quando Deus me resgatou, eu não tinha a ideia de sair por aí divulgando que sou evangélico. Não é a proposta do Roupa Nova nem a minha. O nosso tempo não é o tempo de Deus. Se Ele me resgatou, pode fazer isso com os outros também”, contou Herval.

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