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Rodrigo Silva analisa “Conselho de Paz” de Trump: Cumprimento profético ou manobra política?

Arqueólogo e teólogo associa iniciativa do presidente americano ao texto de 1 Tessalonicenses e adverte sobre pressões governamentais contra a fé

Por Caio Rangel • Publicado em 03/02/2026 às 09h14 • Atualizado em 03/02/2026 às 09h18
Rodrigo Silva ensinando com Bíblia aberta e expressão séria durante estudo bíblico em estúdio de gravação.
Pastor Rodrigo Silva durante ensino bíblico com a Bíblia aberta. (Foto: Reprodução/TV)

O pastor e arqueólogo Rodrigo Silva utilizou suas plataformas digitais nesta segunda-feira (2) para promover uma análise profunda sobre a recente proposta do presidente norte-americano Donald Trump.

O anúncio de um “Conselho de Paz”, feito durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, sinaliza para o religioso um possível alinhamento com as profecias descritas no livro de Apocalipse.

“Paz e segurança”: o alerta bíblico

Rodrigo Silva afirma que o contexto geopolítico atual, visando unir polos opostos e reconstruir o Oriente Médio, ecoa as advertências do apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 5:3, sobre o clamor de “paz e segurança” que precede acontecimentos repentinos.

O teólogo sinaliza que, desde as profecias de Daniel, a sucessão de impérios e a unificação de poderes globais seguem um padrão que o cristão deve observar com lucidez e sem sensacionalismo.

O religioso escreve que a iniciativa de Trump, somada ao cenário de globalização tecnológica descrito em Apocalipse 13, adiciona camadas inéditas à interpretação dos sinais dos tempos.

Silva afirma que as grandes alianças históricas muitas vezes buscaram consolidar o poder humano, mas sinaliza que a verdadeira segurança não pode ser fruto de acordos políticos, mas apenas da fidelidade divina.

O religioso sinaliza o exemplo de Franz Hasel para lembrar que o cristão deve preferir a integridade da fé a qualquer pressão social ou governamental. O pastor afirma que a missão da igreja é discernir as aparências que enganam e permanecer firme nos mandamentos de Deus.

Rodrigo analisa que os movimentos globais de unificação podem ser o prelúdio para pressões sobre a adoração e a consciência individual, conforme as advertências bíblicas.

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