BRASIL — A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro reagiu publicamente contra a escola de samba Acadêmicos de Niterói após o desfile na Marquês de Sapucaí, ocorrido na noite de domingo, 15/02/2026.
A agremiação levou para a avenida uma representação do ex-presidente Jair Bolsonaro caracterizado como um palhaço atrás das grades, utilizando tornozeleira eletrônica e faixa presidencial.
Michelle Bolsonaro utilizou suas redes sociais para confrontar a sátira da escola de samba.
“Só para registrar um fato histórico: quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva. Isso é registro judicial e não opinião”, escreveu a ex-primeira-dama.
Ela enfatizou que a alegoria distorce a realidade jurídica dos fatos políticos recentes do Brasil.
A fala de Michelle repercute fortemente entre lideranças do meio gospel e conservadores, que classificaram o desfile como uma “perseguição ideológica”.
A Acadêmicos de Niterói apresentou um enredo em homenagem à trajetória do atual presidente Lula, incluindo críticas diretas à gestão anterior no quarto carro alegórico da escola.
Como foi a sátira contra Jair Bolsonaro na Sapucaí?
A alegoria polêmica exibiu uma figura central identificada como Jair Bolsonaro com nariz de palhaço, confinada em uma cela simbólica.
Além da tornozeleira eletrônica, a encenação fazia referências a decisões judiciais e investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF) ao longo de 2025 e início de 2026.
A reação da família Bolsonaro não se limitou a Michelle. O senador Flávio Bolsonaro afirmou que a escola “atacou o projeto de Deus” e sinalizou que a assessoria jurídica do PL avalia acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A alegação é de que o desfile configurou propaganda eleitoral antecipada para a campanha presidencial de outubro de 2026.
Correções: Encontrou um erro? Fale com a redação: contato@ofuxicogospel.com.br.