Igreja

Após inquéritos contra “A Turma”, André Mendonça recebe apoio pastoral

Igreja Presbiteriana de Pinheiros mobiliza orações pelo ministro do STF após ele decretar prisão do dono do Banco Master

Por Caio Rangel • Publicado em 10/03/2026 às 11h02
Ministro André Mendonça ao lado de pastores durante encontro institucional em gabinete.
Ministro André Mendonça durante encontro com líderes religiosos. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO (SP) — A Igreja Presbiteriana de Pinheiros, na capital paulista, formalizou no último domingo (8) um pedido de intercessão pela vida do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

O magistrado, que também atua como pastor na congregação, tem sido alvo de preocupações quanto à sua segurança pessoal devido ao teor dos inquéritos que conduz na Corte.

A solicitação de orações ocorre em um momento de acirramento na atuação do ministro como relator de investigações de alto impacto nacional, como as apurações sobre descontos indevidos no INSS e as fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.

A Polícia Judicial do STF avalia a ampliação do esquema de proteção de Mendonça, que já adota medidas preventivas, como o uso de colete balístico em eventos públicos e atividades eclesiásticas.

Mendonça relatou no âmbito judicial a existência de uma organização criminosa denominada “A Turma”, que teria como modus operandi o monitoramento ilegal de autoridades, jornalistas e críticos do sistema financeiro.

Esta rede seria responsável por ameaças diretas a quem atua no combate aos crimes financeiros apurados pelo Supremo. A prisão do banqueiro Daniel Vorcaro foi um dos desdobramentos mais recentes dessa frente de investigação.

Enquanto o STF reforça o monitoramento e a proteção física, a estrutura da Igreja Presbiteriana de Pinheiros promove uma corrente de apoio ao seu membro.

Em postagem oficial acompanhada de registro fotográfico com os reverendos Arival Casimiro e Hernandes Dias Lopes, a congregação conclamou fiéis de todo o país a se unirem em preces pelo ministro e sua família. O espaço segue aberto para manifestação das partes.

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