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Téo Hayashi alerta sobre PL da Misoginia : “Pode trazer restrições à pregação bíblica”

Pastor afirma que a redação rasa do projeto de lei abre brechas para questionar textos bíblicos sobre submissão e o papel do casal no lar

Por Caio Rangel • Publicado em 01/04/2026 às 11h16
Pastor Téo Hayashi pregando com microfone em mãos, levantando o braço durante ministração
Téo Hayashi durante ministração. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP — O pastor Téo Hayashi, fundador do Movimento Dunamis e líder da Zion Church, utilizou suas plataformas digitais para emitir um alerta contundente à comunidade evangélica brasileira.

O foco da preocupação é o Projeto de Lei 896/2023, recentemente aprovado no Senado, que, embora se apresente sob a bandeira da proteção à população feminina, carrega em sua redação termos que, segundo o pastor, podem ameaçar a liberdade de pregação nas igrejas.

O Risco da Interpretação Genérica

Para Hayashi, a proposta é caracterizada por uma linguagem genérica e “rasa”, o que permitiria interpretações subjetivas por parte do Judiciário.

O pastor destaca que o perigo reside na possibilidade de textos bíblicos milenares — que abordam a estrutura da família tradicional, o papel do casal e o conceito de submissão cristã — serem enquadrados como discursos discriminatórios ou prejudiciais sob a nova legislação.

Igrejas e Pastores na Mira

A análise do líder do Dunamis sugere que, se aplicada de forma extrema, a lei poderia levar a questionamentos judiciais contra ministros que ensinam as Escrituras conforme a tradição protestante.

“Pode haver restrições à pregação de determinados textos bíblicos”, advertiu Téo, reforçando que o princípio de proteger as mulheres é essencial e cristão, mas que não deve ser confundido com a supressão de dogmas religiosos e da própria Bíblia Sagrada.

O alerta de Téo Hayashi ecoa uma preocupação global sobre a “criminalização da opinião religiosa”. O pastor convocou os cristãos a buscarem discernimento e a conscientizarem outros líderes sobre os possíveis impactos sociais e jurídicos da proposta.

O movimento agora é de vigília por parte de frentes parlamentares e conselhos de pastores para garantir que a proteção feminina não se torne uma via para a censura eclesiástica.

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