Cantor

Anderson Freire enfrenta alergia grave e expõe descaso em hospital particular

Após sofrer com inchaço e dores pelo corpo, um dos maiores compositores do gospel nacional relata experiência negativa na rede privada

Por Caio Rangel • Publicado em 20/04/2026 às 08h45
Anderson Freire aparece em vídeo com expressão séria, apoiando a mão no rosto.
Anderson Freire surge em vídeo com semblante sério. (Foto: Reprodução)

CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM (ES) — O cantor e compositor Anderson Freire, um dos nomes mais respeitados da música cristã brasileira, utilizou suas redes sociais neste domingo (19) para compartilhar um momento delicado de sua saúde e fazer um contundente desabafo.

Acometido por uma crise de alergia grave que causou inchaço, queimações e dores em todo o corpo, o artista precisou buscar atendimento de emergência, vivenciando um contraste entre o sistema privado e o público.

O Descaso na Rede Particular

Anderson relatou que, ao procurar um hospital particular, foi recebido com um atendimento que classificou como inadequado, independentemente de sua condição de artista. “Não estou falando do Anderson filho [de Deus], estou falando do cidadão”, pontuou.

O cantor expressou sua preocupação com aqueles que, ao contrário dele, não possuem plano de saúde e podem ser submetidos a tratamentos indignos em momentos de extrema vulnerabilidade física.

A Surpresa no SUS: “Me trataram como gente”

Diante da má experiência no hospital privado, o cantor buscou auxílio no Hospital Paulo Pereira, unidade da rede pública (SUS).

Anderson fez questão de destacar que não utilizou sua fama para obter privilégios. “Não usei carteira de Anderson Freire não. Me atenderam, não me passaram na frente de ninguém, me trataram como gente”, afirmou, parabenizando a equipe pelo serviço prestado e pelo bom senso no atendimento humanizado.

O quadro de saúde de Anderson Freire, que ele acredita ser uma alergia crônica, segue em tratamento. Em abril de 2026, seu testemunho serve como um alerta para a gestão hospitalar e uma defesa do Sistema Único de Saúde, reforçando que a dignidade humana deve prevalecer sobre o humor dos profissionais ou o valor das mensalidades. “O mau humor passa, mas a vida não volta”, concluiu o artista.

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