Igreja

Caso Alcance Orlando: Defesa diz que Paulo e Juliana Subirá não sabiam de abuso

O advogado Fabio Carneiro Cunha afirma que a liderança da igreja não foi informada sobre o crime e nega a falta de acolhimento alegada pela família.

Por Izael Nascimento • Publicado em 02/05/2026 às 10h33
Pastores Paulo e Juliana Subirá - @Reprodução
Pastores Paulo e Juliana Subirá - @Reprodução

ORLANDO, FL — Em um novo desdobramento sobre o caso envolvendo a Igreja Alcance Orlando, a defesa dos pastores Paulo e Juliana Subirá se manifestou oficialmente.

O advogado Fabio Carneiro Cunha, representante legal do casal, contestou as alegações de negligência pastoral feitas pela família de uma criança de 6 anos, vítima de abuso cometido por um ex-voluntário da instituição.

Segundo Cunha, os pastores jamais foram procurados pela mãe da vítima para tratar do ocorrido ou solicitar qualquer tipo de assistência espiritual ou financeira.

A defesa afirma que a liderança da igreja não tinha conhecimento dos fatos no período em que teriam acontecido, o que explicaria a ausência de um acolhimento institucional imediato.

“Os pastores não sabiam do caso e nunca foram procurados pela mãe da vítima”, declarou o advogado ao O Fuxico Gospel.

A manifestação da defesa ocorre poucos dias após a sentença proferida no Thomas S. Kirk Justice Center.

Na ocasião, o adolescente de 16 anos envolvido foi condenado a três anos de período probatório e prisão domiciliar parcial.

A família da vítima, no entanto, sustenta que o crime — ocorrido em ambientes ligados à igreja, como uma célula — era de conhecimento dos líderes, versão agora negada pela assessoria jurídica dos pastores.

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