ORLANDO, FL — Em um novo desdobramento sobre o caso envolvendo a Igreja Alcance Orlando, a defesa dos pastores Paulo e Juliana Subirá se manifestou oficialmente.
O advogado Fabio Carneiro Cunha, representante legal do casal, contestou as alegações de negligência pastoral feitas pela família de uma criança de 6 anos, vítima de abuso cometido por um ex-voluntário da instituição.
Segundo Cunha, os pastores jamais foram procurados pela mãe da vítima para tratar do ocorrido ou solicitar qualquer tipo de assistência espiritual ou financeira.
A defesa afirma que a liderança da igreja não tinha conhecimento dos fatos no período em que teriam acontecido, o que explicaria a ausência de um acolhimento institucional imediato.
“Os pastores não sabiam do caso e nunca foram procurados pela mãe da vítima”, declarou o advogado ao O Fuxico Gospel.
A manifestação da defesa ocorre poucos dias após a sentença proferida no Thomas S. Kirk Justice Center.
Na ocasião, o adolescente de 16 anos envolvido foi condenado a três anos de período probatório e prisão domiciliar parcial.
A família da vítima, no entanto, sustenta que o crime — ocorrido em ambientes ligados à igreja, como uma célula — era de conhecimento dos líderes, versão agora negada pela assessoria jurídica dos pastores.
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