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“Sem a igreja, o Estado entra em colapso”: O forte alerta de Téo Hayashi

Pastor destaca a importância social de igrejas como a Assembleia de Deus e Deus é Amor no auxílio a marginalizados e em presídios

Por Caio Rangel • Publicado em 08/05/2026 às 11h33
Teo Hayashi durante entrevista em podcast com microfone em estúdio iluminado.
Teo Hayashi durante participação em podcast. (Foto: Reprodução)

PORTO ALEGRE (RS) — Em entrevista concedida a uma emissora de rádio gaúcha nesta semana, o pastor Téo Hayashi, fundador do Dunamis Movement e líder da Zion Church, fez uma análise profunda sobre a dependência do Estado brasileiro em relação ao trabalho social das igrejas evangélicas.

Segundo o líder, a capilaridade das congregações em locais de difícil acesso, como presídios e favelas, é o que garante a manutenção de direitos humanos fundamentais onde o poder público é omisso.

O Amortecedor Social do Brasil

Para Hayashi, a retirada das instituições evangélicas do cenário nacional provocaria um efeito dominó desastroso. “Se você tirar a igreja evangélica do mapa do Brasil, o Estado brasileiro vai colapsar”, afirmou.

Ele argumenta que o combate à fome e o apoio ao marginalizado são funções assumidas por denominações pentecostais clássicas, que ocupam as vielas e morros brasileiros muito antes da chegada de qualquer serviço governamental básico.

Das Margens ao Mainstream

O pastor também comentou o fenômeno de ascensão cultural dos evangélicos. Ele relembrou que o movimento nasceu nas margens da sociedade, mas que, nas últimas quatro décadas, rompeu as bolhas e alcançou o centro da cultura brasileira.

Téo Hayashi ressaltou que esse crescimento traz consigo a responsabilidade de continuar sendo o braço que estende a mão para os desassistidos, onde nem mesmo a estrutura do Estado consegue penetrar.

A fala de Hayashi ecoa como um reconhecimento do “exército silencioso” de obreiros e pastores que sustentam o bem-estar social nas áreas mais vulneráveis.

O debate levantado pelo líder do Dunamis reforça a necessidade de se observar a igreja não apenas pelo viés religioso ou político, mas como uma engrenagem essencial para a estabilidade democrática e humanitária do país.

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