O processo da MK contra Maria Marçal entrou em uma nova fase na 26ª Vara Cível da Comarca da Capital.
Segundo comunicação disponibilizada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) em 21/07/2026, duas empresas rés apresentaram suas contestações, e a gravadora foi intimada a responder às defesas.
A ação foi movida pela MK Publicitá contra Maria Eduarda Marçal Sousa, Maria Marçal Produções Artísticas e Work Show Editora e Produções Musicais. O processo tem valor atribuído de R$ 2 milhões, quantia que representa o valor da causa.
Maria Marçal ainda deverá ser citada
O ato judicial informa que a tentativa de citar pessoalmente Maria Marçal teve resultado negativo. Após o retorno do aviso de recebimento, a MK solicitou que uma nova tentativa seja realizada em outro endereço.
Maria Marçal Produções Artísticas e Work Show, por sua vez, apresentaram suas contestações dentro do prazo. A MK terá 15 dias para protocolar a réplica, documento no qual poderá responder aos argumentos apresentados pelas empresas.
Pedido urgente da MK foi negado
No início da ação, a MK pediu que Maria Marçal fosse obrigada a depositar uma multa prevista em contrato e ficasse impedida de realizar novas gravações e lançamentos enquanto a obrigação não fosse cumprida.
Em decisão de 20/05/2025, a juíza Rosana Simen Rangel negou a tutela de urgência. A magistrada considerou que, naquela fase inicial, não estavam demonstradas a probabilidade do direito alegado nem a existência de perigo de dano irreparável.
A negativa da liminar não encerrou a ação. Posteriormente, a Justiça recebeu a emenda apresentada pela MK e determinou a citação dos réus. O processo segue sem sentença sobre os pedidos de indenização e sem definição de responsabilidade das partes.
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