RECIFE (PE) — O cenário da música pentecostal brasileira foi impactado pela veiculação de uma série de denúncias públicas direcionadas ao cantor gospel Marcos Antônio, amplamente reconhecido no meio evangélico pelo apelidio de “O Negrão Abençoado”.
O relato foi divulgado pelo perfil Assembleianos de Valor nas redes sociais e apresenta o depoimento de uma mulher que se identifica como ex-companheira do artista, atribuindo-lhe condutas incompatíveis com a ética cristã durante o período de convivência.
Teor das acusações e apelo às mulheres
No vídeo veiculado, a denunciante acusou o intérprete de exercer agressão psicológica, atitudes de misoginia e de manter relacionamentos promíscuos enquanto utilizava a carreira musical gospel como fachada social.
“Eu vim com a minha imagem […] para denunciar, para dar um basta, para ser desmascarado […] Um ser humano que tem anos da sua vida ganhando através de música gospel aquilo que ele nunca viveu, que é princípios e valores cristãos”, declarou no trecho publicado.
A mulher afirmou ainda que outras pessoas do sexo feminino teriam enfrentado situações semelhantes ao longo da trajetória do artista e fez um apelo para que eventuais vítimas não se silenciem frente a episódios de abuso emocional ou violência doméstica.
Histórico do artista e repercussão em 2026
As graves alegações geraram intensa movimentação e cobrança por posicionamentos entre seguidores, lideranças eclesiásticas e contratantes do meio evangélico.
Marcos Antônio é uma das vozes mais conhecidas do segmento pentecostal das últimas décadas, acumulando também passagem pela Câmara dos Deputados.
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