Igreja

Igreja Bola de Neve se manifesta após novas acusações da pastora Denise

Em nota, a instituição informou que irá tomar todas as providências judiciais cabíveis, para reparação de eventuais danos morais e materiais

Por Caio Rangel • Publicado em 21/01/2025 às 11h24
Logo da Igreja Bola de Neve - @Reprodução
Logo da Igreja Bola de Neve - @Reprodução

A Igreja Bola de Neve se manifestou publicamente após as novas denúncias feitas pela pastora Denise Seixas, viúva do apóstolo Rina, contra a ex-diretoria da igreja.

Ela acusou a ex-diretoria de fraude, alegando que houve desvios ilegais dos lucros da instituição feitos por meio de uma conta bancária paralela.

Em nota, a Bola de Neve informou que não há quaisquer indícios de fraude, e que há mais de uma década as contas da organização são auditadas anualmente e aprovadas.

O documento também afirma que todos os contratos eram de conhecimento da pastora Denise Seixas, quando era vice-presidente.

Leia a nota na íntegra

A Igreja Bola de Neve reafirma sua gestão está totalmente de acordo com a legislação e boas práticas de conformidade. Não há, aliás, qualquer indício da prática de fraude, como tem afirmado advogados da pastora Denise a veículos de imprensa.

Há mais de uma década as contas da organização são auditadas anualmente e aprovadas sem restrições por empresa multinacional cuja expertise e seriedade são reconhecidas pela qualidade e regularidade dos serviços prestados.

Os contratos questionados, aliás, eram de conhecimento da pastora Denise Seixas, quando era vice-presidente. Divulgações ou imputações falaciosas sobre valores ou práticas serão alvo de providências judiciais cabíveis, para reparação de eventuais danos morais e materiais.

A Igreja Bola de Neve reitera, nos recursos judiciais que têm movido, que continua válida a renúncia assinada pela pastora Denise Seixas em 27 de agosto, um ato jurídico perfeito que a própria Denise o reconheceu como válido ao receber as importâncias financeiras devidas e previstas pelo acordo firmado naquela ocasião — o acordo previa a renúncia e pagamentos mensais que já ultrapassaram R$ 330 mil à pastora.



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