Igreja

MPSP pede para polícia investigar denúncia de desvios na Bola de Neve

Apesar da desistência da pastora Denise em relação às denúncias, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) prosseguirá com as investigações

Por Caio Rangel • Publicado em 28/02/2025 às 09h57 • Atualizado em 28/02/2025 às 09h58
Bola de Neve (Reprodução)

Apesar da renúncia da pastora Denise Seixas à presidência da Bola de Neve e da desistência de suas acusações de desvio de dinheiro e fraude contra o conselho deliberativo da igreja, a Polícia Civil continua investigando possíveis irregularidades na instituição religiosa.

A pastora denunciou que o conselho desviava os recursos da instituição religiosa, movimentando-os por meio de uma conta na BMP Money Plus (BMP Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e a Empresa de Pequeno Porte Limitada), em outra instituição financeira.

Com mais de 500 templos e uma arrecadação anual de cerca de R$ 250 milhões, a instituição reúne milhares de pastores, líderes religiosos e fiéis.

Após a morte de Rinaldo Luiz de Seixas em novembro passado, vítima de politraumatismo em acidente de moto, sua viúva e o conselho deliberativo travaram uma intensa disputa pelo controle da sede religiosa.

Em 12 de fevereiro, a pastora Denise Seixas renunciou ao seu cargo após um acordo que incluiu a retirada de processos contra a Bola de Neve. Em contrapartida, a denominação concedeu à pastora uma significativa quantia em dinheiro e uma suposta pensão vitalícia.

Apesar da desistência da pastora em relação às denúncias, o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) prosseguirá com as investigações sobre os supostos desvios de recursos financeiros da instituição.



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