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Lucas confessou adultério após ser confrontado por Teo Hayashi

Segundo nota oficial, Lucas Hayashi admitiu adultério após ser confrontado pela liderança da Zion Church.

Por Izael Nascimento • Publicado em 24/10/2025 às 14h21 • Atualizado em 27/12/2025 às 11h06
Teo Hayashi e Lucas Hayashi - @Reprodução
Teo Hayashi e Lucas Hayashi - @Reprodução

A Zion Church informou que o pastor Lucas Hayashi foi desligado de todas as funções e teve a ordenação pastoral revogada após confessar “adultério e imoralidade sexual”.

A confissão, de acordo com a nota oficial, ocorreu depois de confronto feito pela liderança da igreja, presidida por Teófilo (Teo) Hayashi. A denominação afirma ainda que não houve crime ou ilícito civil, tratando-se de violação de padrões morais e bíblicos. Após a repercussão, os perfis de Lucas e de sua esposa, Jackeline, saíram do ar nas redes sociais.

No comunicado, a Zion resume o ponto central do caso: “Após ser confrontado por sua liderança, ele confessou a prática do pecado de adultério e imoralidade sexual, o que (…) o desqualifica para o exercício do ministério pastoral”. A igreja diz ter formalizado a revogação da ordenação e que o pastor “não integra mais o quadro de pastores e líderes” da denominação.

A Zion afirma ter agido “em compromisso com a verdade, a integridade e a transparência ministerial” e cita 1 Timóteo 3:1-2 e Tito 1:6-7 como base bíblica para a desqualificação de líderes envolvidos em condutas morais incompatíveis com o ministério. O texto reforça: “Importante esclarecer que os fatos confessados não configuram crime ou ilícito civil, tratando-se exclusivamente de questões morais contrárias aos princípios bíblicos e éticos que norteiam a fé cristã”.

A denominação declara que oferece apoio à pastora Jackeline e aos filhos e pede que a comunidade ore pela família. O comunicado encerra com 1 Pedro 5:10, em referência a um processo de restauração e cura.

Como foi tomada a decisão

No aspecto institucional, Teo Hayashi é o presidente do ministério e, segundo a nota, conduziu a deliberação com a diretoria. A decisão abrange dois pontos: desligamento imediato de funções pastorais e de liderança e revogação da ordenação. Com isso, Lucas fica afastado de púlpito, sem atribuições administrativas e sem representatividade na estrutura da Zion.

A igreja não detalha etapas futuras, mas indica que o caso permanece na esfera eclesiástica. Ao delimitar que não há investigação criminal, a Zion busca distinguir o episódio como quebra de padrão moral interno, a ser tratado com disciplina e acompanhamento pastoral.



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