BELÉM (PA) —O pastor Samuel Câmara, líder da Assembleia de Deus em Belém do Pará, se pronunciou pela primeira vez após a polêmica envolvendo o aluguel do Centenário Centro de Convenções durante os primeiros dias da COP 30. O contrato, que circulou nas redes sociais e apontava o valor de R$ 2 milhões pelo aluguel do espaço, gerou críticas entre fiéis e lideranças.
Em vídeo divulgado, o pastor não comentou o valor financeiro do acordo. No entanto, sua manifestação buscou tratar da repercussão negativa gerada por imagens de apresentações culturais realizadas no local que foram classificadas por muitos como irreverentes e inadequadas ao um espaço ligado à igreja.
Pedido de desculpas por “excesso”
Durante o pronunciamento, Samuel Câmara afirmou que os episódios iniciais “entristeceram a todos” e disse que a equipe que administra o Centenário Centro de Convenções “dobrou esforços” para evitar novos excessos nos dias seguintes. Segundo ele, após os incidentes, mais de 137 mil pessoas passaram pelo local sem novos registros de situações semelhantes.
O pastor pediu desculpas pelos acontecimentos ocorridos nos dois primeiros dias de uso do espaço e destacou que assuntos internos da igreja devem ser tratados “no lugar apropriado”, não em “redes sociais irresponsáveis”.
Samuel Câmara reforçou que a liderança segue aberta ao diálogo e agradeceu o apoio dos membros da Assembleia de Deus em Belém.
O líder da Assembleia de Deus afirmou ainda que o episódio não deve “manchar a história” da igreja, que administra o Centro de Convenções há 15 anos. Ele concluiu o pronunciamento pedindo união, cautela e responsabilidade na busca por informações corretas antes de julgamentos públicos.
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