SÃO PAULO (SP) — A empresária Carol Celico, ex de Kaká, abriu o jogo sobre suas convicções espirituais em uma entrevista recente, onde buscou esclarecer sua posição atual em relação a denominações religiosas.
Após uma trajetória que passou pelo catolicismo de sua família e por uma vivência de sete anos na igreja evangélica, Celico afirma hoje que sua fé transcende rótulos e dogmas institucionais.
A definição de “Deus do amor”
Para a empresária, o termo “não ter religião” não significa ausência de espiritualidade, mas uma escolha consciente por uma conexão direta com o que ela chama de “Deus do amor”. Segundo Carol, muitas vezes as estruturas religiosas tradicionais impõem crenças que, em sua percepção, afastam-se da essência divina.
“Muitas vezes esse Deus do amor vai contra ideias, crenças e dogmas que aparecem em religiões. Por isso que eu amo dizer que eu sigo a Deus do amor”, explicou. Sua perspectiva busca a unidade, enxergando em todas as religiões os pontos de convergência onde acredita que Deus se manifesta.
O aprendizado pela dor
Um dos momentos de maior destaque na entrevista foi quando Carol classificou sua saída da igreja evangélica como uma das experiências mais difíceis de sua vida.
Ela colocou esse episódio no mesmo patamar de perdas pessoais profundas: “Quando eu saí da igreja evangélica que eu frequentava foi um dos momentos mais dolorosos, assim como a perda do meu pai e o fim do meu casamento”. Segundo a empresária, tais vivências foram pilares fundamentais para seu amadurecimento e aprendizado pessoal.
Educação religiosa dos filhos
Mãe de Luca, Isabella e Rafael, Carol busca aplicar sua visão pluralista na criação dos filhos. Embora os tenha batizado na Igreja Católica, ela incentiva que as crianças estudem diferentes tradições religiosas.
A ideia, segundo ela, é que o estudo comparado ajude os filhos a perceberem o que há de comum entre as fés, localizando, dessa forma, a presença divina.
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