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Karina Bacchi conta que deixou de ouvir música secular após a conversão

Apresentadora afirma que a escolha é uma estratégia de proteção espiritual e convida seguidores a testarem o impacto da mudança em seus pensamentos

Por Caio Rangel • Publicado em 21/01/2026 às 09h33
Karina Bacchi sorrindo em selfie ao ar livre, com a mão sobre o peito, em ambiente residencial iluminado pela luz do dia.
Karina Bacchi publica selfie em momento de tranquilidade e reflexão. (Foto: Reprodução/Instagram)

SÃO PAULO (SP) — A influenciadora e apresentadora Karina Bacchi compartilhou com seus seguidores uma mudança radical em seus hábitos de consumo cultural. Após quase cinco anos de caminhada cristã, Karina revelou que sua playlist atual é composta exclusivamente por músicas cristãs, abandonando por completo o gênero secular.

Amadurecimento e guarda do coração

Karina sinaliza que a decisão não é um mero capricho, mas uma tática de amadurecimento espiritual. A apresentadora afirma que a música exerce um controle direto sobre pensamentos e emoções, e que zelar por esse canal é fundamental para manter-se alinhada aos princípios bíblicos. “Isso nos modifica”, disse a influenciadora ao descrever o impacto da troca em sua rotina.

A declaração, que rapidamente ecoou em comunidades evangélicas, traz um tom de convite em vez de imposição. Karina afirma que, antes de qualquer julgamento externo, o público deveria experimentar a substituição de conteúdos para sentir os benefícios na saúde mental e espiritual. Ela sinaliza que o conteúdo que consumimos diariamente molda quem nos tornamos.



Repercussão nas redes

A fala de Bacchi gerou um debate sobre a “guarda dos sentidos” no ambiente digital. Enquanto seguidores cristãos celebraram a postura como um exemplo de consagração, outros internautas questionaram o radicalismo da medida. Karina afirma estar em paz com a escolha, sinalizando que o foco atual de sua vida é a edificação constante através de mensagens que exaltam sua fé.

O posicionamento de Karina Bacchi em 2026 ilustra o fenômeno do “lifestyle cristão radical” que ganha força entre celebridades convertidas no Brasil. Com a crescente polarização cultural, figuras públicas têm optado por um isolamento seletivo de conteúdos seculares como forma de reafirmar sua identidade religiosa e criar uma “bolha de proteção” contra valores divergentes.Esse movimento impulsiona o mercado gospel nacional, que deixa de ser apenas um gênero musical para se tornar a única fonte de entretenimento de uma parcela significativa da população.

 



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