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Rick Eleotério é transferido para o ICE nos EUA e pode ser deportado

O músico gospel Henrique Eleotério teve o caso federalizado devido à reincidência em crimes de violência doméstica na Flórida; ele aguarda decisão do ICE.

Por Izael Nascimento • Publicado em 22/04/2026 às 14h35
Montagem mostra Rick Eleotério em foto de registro e Milla Flores chorando em vídeo após repercussão do caso
Rick Eleotério (à esquerda) e Milla Flores (à direita) aparecem em montagem que reúne registro e vídeo nas redes. (Foto: Reprodução)

O músico gospel Henrique Dejesus Eleotério, conhecido como Rick Eleotério, não está mais sob a custódia do sistema prisional comum do Condado de Flagler, na Flórida.

Fontes ligadas ao caso confirmam que ele foi transferido para um centro de detenção do ICE (Immigration and Customs Enforcement), o serviço de imigração e alfândega dos Estados Unidos.

A transferência ocorreu após a federalização do processo, medida tomada porque Henrique é reincidente em crimes de violência doméstica em território americano.

Rick Eleotério havia sido solto da prisão local em 10/04/2026, momento em que foi imediatamente entregue às autoridades federais devido a um mandado de detenção migratória.

O músico possui dois registros de prisão em um intervalo de dois anos. O primeiro ocorreu em 05/10/2024, por agressão agravada e prisão ilegal.

O segundo registro é de 09/03/2026, sob as acusações de causar lesão corporal e obstrução da justiça sem violência, registrado sob o número 2026-00000657.

De acordo com a legislação dos Estados Unidos, a repetição de crimes graves de violência doméstica retira o caráter puramente local da infração, permitindo que órgãos federais assumam a custódia do estrangeiro.

A influenciadora Mila Flores, esposa do músico, relatou publicamente ter sofrido agressões físicas e hematomas em ambos os episódios.

Promotoria aponta provável deportação

A situação jurídica de Rick Eleotério agora é tratada como uma questão de segurança nacional e migratória. O promotor do caso indicou que, diante da gravidade e da reincidência, a deportação para o Brasil é o desfecho mais provável.

Até o momento, a defesa do músico não se pronunciou sobre a transferência para o ICE. O músico aguarda o trâmite administrativo federal em custódia fechada.

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