Histórias de Fé

Regis Danese viajava para cantar enquanto a filha de 3 anos tratava uma leucemia; hoje, Brenda canta sobre a cura

Cantor afirmou que fazia shows chorando durante os três anos de tratamento e que a experiência mudou a forma de enxergar a vida.

Por Pr. Bruno Valadão • Publicado em 26/08/2026 às 13h30 • Atualizado em 25/08/2026 às 11h53
Regis Danese ao lado da filha Brenda em foto de divulgação
Regis Danese e a filha, Brenda, transformaram o período do tratamento em um testemunho público de superação. (Foto: reprodução/Instagram)

Quando Brenda tinha 3 anos, a rotina da família de Regis Danese passou a ser organizada em torno de consultas, quimioterapia e injeções.

A menina havia sido diagnosticada com leucemia. O tratamento duraria aproximadamente três anos, enquanto o pai continuava cumprindo compromissos profissionais em outras cidades.

Regis contou que viajava para fazer shows chorando. A distância entre o palco e o quarto em que a filha era tratada se tornou o trecho mais difícil de sua trajetória.

Um diagnóstico aos 3 anos

Em participação no programa Encontro, o cantor relembrou que os médicos apontavam uma chance de cura de 85%. O Gshow registrou o depoimento e informou que Brenda precisou de quimioterapia e de aplicações durante o tratamento.

Regis definiu aquele período como um dos piores momentos de sua vida. Ao mesmo tempo, disse que a filha lhe ensinou a valorizar coisas pequenas que antes poderiam passar despercebidas.

O trabalho continuou em meio ao tratamento

Artistas costumam ser vistos apenas quando entram no palco. A lembrança de Regis revela o que o público não via: o pai que embarcava abalado, cantava e depois voltava para acompanhar a filha.

Segundo ele, a fé em Jesus foi essencial para atravessar aqueles anos. A família também permaneceu unida durante as etapas do tratamento.

Brenda afirmou posteriormente que o pai esteve presente nos momentos em que ela mais precisava. A lembrança contrasta com a sensação de impotência descrita por Regis nas viagens.

Brenda cresceu e também passou a cantar

Após o tratamento, Brenda foi considerada curada. Já adolescente, decidiu seguir um caminho musical e lançou a canção Diagnóstico, inspirada no período que viveu.

A história médica virou memória, e a memória se transformou em música. É um movimento que também aparece no relato de Maria Marçal sobre o período de escassez associado à canção “Deserto”.

Ao falar da cura, Regis não tenta esconder os dias ruins. É justamente a presença desses dias que dá peso à imagem de Brenda adulta, cantando sobre um diagnóstico que já não determina seu futuro.



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