SÃO PAULO (SP) — Neste início de janeiro de 2026, a Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) consolida a implementação de seu novo ciclo administrativo em todo o território nacional.
A mudança, que entrou plenamente em vigor no dia 1º de janeiro, marca o fim de um período histórico e o início de uma nova fase de governança fundamentada na reorganização estatutária aprovada em 2022.
O processo reflete o amadurecimento institucional alcançado nos últimos 30 anos sob a presidência do Pastor Mário de Oliveira. Reconhecido pela profissionalização da gestão e expansão territorial da igreja, Oliveira preparou a denominação para um modelo de unidade nacional que prioriza a estabilidade jurídica e a proteção do patrimônio institucional.
O fim das eleições e o papel do CND
O ponto central da nova estrutura é a extinção das eleições estaduais para a presidência da igreja. Conforme o estatuto vigente, os Presidentes Estaduais passam a ser nomeados diretamente pelo Conselho Nacional de Diretores (CND).
O marco temporal de 31 de dezembro de 2025 encerrou formalmente todos os mandatos anteriores, garantindo que o novo regime fosse adotado de forma simultânea e transparente em todo o país.
A igreja defende que a medida não representa uma ruptura, mas uma decisão soberana para prevenir conflitos regionais e assegurar a uniformidade da doutrina quadrangular.
| Mudanças Administrativas (Ciclo 2026) | Situação Atual |
|---|---|
| Forma de Escolha | Nomeação direta pelo CND |
| Mandatos Estaduais | Ciclo anterior encerrado em 31/12/2025 |
| Prorrogação | Não há prorrogação automática de cargos |
| Liderança Nacional | Legado consolidado de Mário de Oliveira |
Cenários em Santa Catarina e Amazonas
Em Santa Catarina, o ciclo administrativo do Pastor Narciso Parisotto encerrou-se, assim como nos demais estados, em 31 de dezembro de 2025. Sob as novas regras, a definição sobre a continuidade ou renovação da liderança no estado cabe exclusivamente aos critérios estratégicos do Conselho Nacional.
No Amazonas, a transição ocorreu de forma voluntária antes do término do prazo legal, após o pedido de desligamento do Pr. Manuel Martins em outubro de 2025. A denominação reafirma que casos pontuais de renúncia voluntária são tratados com normalidade e não afetam a estabilidade do planejamento nacional para este novo tempo.
“O que se inicia em 2026 é a continuidade de um projeto institucional amaduro, sustentado por bases sólidas e compromisso com o Reino”, conclui o relatório da denominação.
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