RIO DE JANEIRO (RJ) — O ginásio do Maracanãzinho, na zona norte do Rio de Janeiro, irá se transformar no grande ponto de encontro de diferentes gerações da história religiosa brasileira.
Neste sábado, 10 de outubro, a partir das 14h, milhares de fiéis e caravanas vindas de diversos municípios fluminenses reúnem-se na capital para celebrar oficialmente os 100 anos de trajetória da Assembleia de Deus – Ministério de Madureira, em uma programação aberta às famílias que se estenderá até as 18h.
Um século de legado, acolhimento social e pioneirismo
Fundada pelo pastor Paulo Leivas Macalão, a denominação construiu ao longo de um século uma presença capilarizada que transcende os limites físicos dos templos.
De acordo com o pastor Paulo Ricardo, representante da instituição, a atuação firme voltada ao suporte de pessoas em situação de vulnerabilidade consolidou-se como uma das principais marcas dessa centenária caminhada.
“A igreja se torna um espaço de acolhimento, apoio emocional, orientação e transformação de vidas. Esse alcance social, presente em diversas regiões do país, representa um dos maiores resultados dessa trajetória centenária”, destaca Paulo Ricardo, ressaltando que a visão original combinou a pregação do Evangelho com ações concretas de solidariedade comunitária.
Programação voltada ao público, cidadania e parceria com o poder público
Com momentos de louvor, oração e mensagens devocionais, o evento tem como eixos centrais a promoção da paz, a valorização da família, o fortalecimento dos vínculos sociais e o exercício da cidadania.
Para os organizadores, o verdadeiro destaque da festa é a participação ativa das pessoas que compõem o corpo eclesiástico, reunindo crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.
A celebração do centenário conta com o apoio institucional da Prefeitura do Rio de Janeiro, o que, para a liderança, evidencia a relevância histórica, cultural e social das instituições eclesiásticas no cotidiano da cidade.
“Entendemos que a colaboração entre o poder público e organizações religiosas, respeitadas as competências de cada um, pode ampliar o alcance de iniciativas assistenciais e comunitárias”, pontua Paulo Ricardo.
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