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Malafaia diz que Bolsonaro aceitou redução de pena por falta de votos para anistia total

Em vídeo, pastor afirmou ter tido a confirmação de Flávio e Michelle Bolsonaro e criticou a esquerda: "fizeram pior em 2006, 2014 e 2017"

Por Caio Rangel • Publicado em 10/12/2025 às 11h15
Pastor com expressão séria segurando microfone durante pregação em ambiente interno com iluminação azul ao fundo.
Pastor aparece pregando com expressão séria durante culto. (Foto: Reprodução/YouTube)

SÃO PAULO (SP) —O pastor Silas Malafaia afirmou, em vídeo publicado nesta quinta-feira (10), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) aceitou a proposta de redução de penas para os condenados pelos atos de 8 de janeiro porque, no momento, não há votos suficientes no Senado para aprovar uma anistia ampla.

O pastor declarou ter conversado com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Ele atribuiu a ambos a confirmação de que a redução de penas era a orientação do ex-presidente: “É isso que Bolsonaro quis”, assegurou Malafaia.

“Primeira etapa” e ataque à esquerda
Malafaia classificou a redução de penas como apenas a primeira etapa do processo: “Primeiro a redução de pena, mais tarde, no momento certo, anistia geral”, declarou.

Ele também exaltou o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder da bancada do PL na Câmara, chamando-o de “gigante” e “macho” por “enfrentar” a questão e aprovar a medida.

No início do vídeo, o pastor criticou a esquerda, comparando os atos de 8 de janeiro à Lei da Anistia de 1979 e acusando o campo progressista de ter protagonizado episódios mais graves no passado.

“Fizeram pior em 2006, 2014 e 2017, com vários policiais em estado grave e manifestantes feridos”, disse Malafaia.

“Maior farsa política”
Malafaia classificou as condenações relacionadas ao 8 de janeiro como a “maior farsa política da história do Brasil”.

“Transformaram uma baderna em uma farsa de golpe, de pura perseguição política para tirar Bolsonaro do jogo”, afirmou.

Ele concluiu que o episódio é uma “vergonha, uma injustiça”, alegando que “não teve um policial ferido, um manifestante ferido no dia 8”.



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