SÃO PAULO (SP) — O pastor Napoleão Falcão, um dos nomes mais tradicionais da escatologia assembleiana, fez um alerta urgente para a liderança eclesiástica.
Durante a Escola Bíblica Fraternal de Obreiros (EBFO) da AD Perus, o pregador afirmou que a humanidade caminha para o “maior acontecimento da história” e sugeriu que o tempo da atual geração está se esgotando com base em cálculos proféticos iniciados em 1948.
“Faz a conta aí”
Napoleão Falcão afirma que a “geração da figueira” — termo bíblico que muitos teólogos associam à fundação do Estado de Israel em 1948 — possui uma validade profética de 80 anos na nova nomenclatura.
O pastor sugere que, se o broto ocorreu há quase oito décadas, o desfecho está próximo. Ele escreve que prega sobre o arrebatamento há 60 anos e afirma categoricamente: “essa geração não vai entrar num caixão, será transformada”.
O veterano alertou sobre o perigo geopolítico das quase 30 mil ogivas nucleares distribuídas entre EUA, Coreia do Norte, China e Rússia.
Falcão afirma que apenas 6 mil delas seriam suficientes para destruir o planeta 30 vezes em menos de uma hora. Ele destaca que esse arsenal, somado às guerras profetizadas como Armagedom e Gogue e Magogue, são evidências de que o relógio de Deus está nos minutos finais.
O discurso sinaliza a manutenção da linha doutrinária clássica das Assembleias de Deus, focada na vigilância e na santidade para o encontro nos ares.
Napoleão afirma que sua mensagem não mudou e que o cenário mundial atual apenas corrobora o que as Escrituras revelam há milênios. A convenção da AD Perus, liderada pelo pastor Elias Cardoso, afirma-se como o palco dessa convocação para o quebrantamento e o despertamento dos obreiros.
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