PARAGOMINAS (PA) — O Pastor Edilson Corrêa negou oficialmente o seu afastamento da COMIEADEPA e anunciou que entrou com um processo judicial por difamação nesta terça-feira, 27 de janeiro de 2026.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o líder religioso classificou as denúncias de relacionamento extraconjugal como “acusações fraudulentas sem provas”.
Segundo o pronunciamento oficial do ministro, não existem denúncias ou processos abertos contra ele na Comissão de Ética da Convenção de Ministros das Assembleias de Deus no Estado do Pará.
Edilson Corrêa esclareceu que informações sobre sua suposta saída da entidade administrativa são inverídicas.
- Cartaz Manipulado: O pastor denunciou que um cartaz da chapa vencedora foi editado ilegalmente para fazer parecer que seu nome havia sido “eliminado”.
- Justiça: Uma advogada já protocolou as ações legais cabíveis para identificar e punir os responsáveis pela propagação das notícias falsas.
- Status Ministerial: O líder afirma seguir firme em suas funções eclesiásticas e administrativas em Paragominas.
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Entenda o caso das denúncias no Pará
A polêmica teve início no dia 24 de janeiro de 2026, quando circularam informações de que o pastor teria sido afastado após a descoberta de um suposto relacionamento com uma cantora gospel de Paragominas, residente em Portugal.
Na ocasião, as notícias apontavam a perda do cargo de 4º vice-presidente assistencial da entidade.
Em sua defesa, o Pastor Edilson Corrêa enfatizou que a convenção paraense prima pela santidade e pela verdade. Ele reforçou que a integridade de seu ministério, que conta com dezenas de congregações sob sua coordenação, está sendo defendida no âmbito jurídico.
Edilson Corrêa, que possui 61 anos e é detentor do título de mérito municipal em Paragominas, afirmou que as providências jurídicas são necessárias para conter o desgaste de sua imagem pública.
O vídeo foi encerrado com a citação do texto de Lucas 12:2: “Nada há encoberto que não venha a ser revelado”.
O Fuxico Gospel segue acompanhando o desdobramento do processo judicial e aguarda um posicionamento formal da diretoria da COMIEADEPA sobre as alegações de manipulação de documentos internos citadas pelo pastor.
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