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“Nem convido”: Pastor defende veto a pregadores e cantores de esquerda em igrejas

Mac Anderson afirmou que a presença de ministros de esquerda fere a cultura e o DNA das igrejas conservadoras

Por Caio Rangel • Publicado em 05/11/2026 às 08h36
Pastor Mac Anderson aparece em um palco durante uma palestra, usando camisa verde-escura, óculos transparentes e microfone de lapela, com um livro aberto à sua frente.
Pastor Mac Anderson aparece durante uma palestra, com um livro aberto à sua frente e microfone de lapela, em um ambiente com iluminação azul.

GOIÂNIA (GO) — O pastor Mac Anderson, fundador e líder da Family Church em Goiânia (GO), amplamente reconhecido no meio evangélico por suas palestras, livros e ministérios voltados para casais e famílias, gerou forte repercussão ao emitir declarações sobre alinhamento político e a seleção de convidados para o púlpito. A fala ocorreu durante sua participação no programa Eu Acredito Podcast.

Questionado sobre como agiria caso descobrisse que um cantor ou pregador convidado para ministrar em sua igreja possuísse inclinação ideológica à esquerda ou tivesse optado pelo voto no Partido dos Trabalhadores (PT), o pastor afirmou categoricamente que prefere evitar qualquer convite a ministros com esse perfil.

“Na verdade, se eu souber que a pessoa ela tem o viés esquerdista, eu nem convido, né? […] Eu já nem convido, porque eu acredito que existem valores que são inegociáveis. E eu não levaria, porque eu acredito que existem valores bíblicos e cristãos que são tão fundamentais para nós que não faz sentido você ser um ministro do Evangelho, estudante da Palavra, e continuar pregando ou discursando em favor deles. Eu não consigo aceitar isso”, explicou o líder religioso.

Apesar de ponderar que a liderança pastoral não deve promover um “terrorismo religioso” ou perseguir membros, Mac Anderson reforçou que a preservação do alinhamento ideológico e doutrinário dos preletores serve para proteger os princípios da própria comunidade local.

“Lógico, não pode haver… Eu entendo assim, uma perseguição, sabe aquela coisa assim, aquele terrorismo religioso dentro da igreja e tal. Mas é melhor não trazer, né? […] Que ele vá aonde as pessoas têm esse pensamento de esquerda, senão eu vou ferir a minha comunidade, e é um cara que vai falar coisas que não estão na nossa cultura, na nossa essência, no nosso DNA e nos nossos valores”, concluiu o pastor.

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