SÃO PAULO (SP) — O pastor Marcos Granconato, da Igreja Batista Redenção, voltou a incendiar as redes sociais com declarações fortes sobre política e fé. Em um vídeo recente, o líder religioso listou motivos pelos quais evangélicos não deveriam permanecer sob a liderança de pastores que se identificam com a esquerda.
Com um tom direto, Granconato associou o espectro progressista a uma série de condutas que considera anticristãs. “A esquerda apoia aborto, a esquerda apoia assalto, a esquerda apoia a liberação de drogas”, disparou o pastor na gravação.
A lista de acusações não parou por aí. O religioso vinculou o voto na esquerda ao suporte a “ditaduras assassinas”, “governos corruptos” e até ao “terrorismo do Hamas”.
Para ele, essa vertente ideológica promove a “erotização de crianças” e ensina “tudo o que não presta”.
O ponto central da mensagem foi um questionamento sobre a compatibilidade entre a vida cristã e a submissão a uma liderança pastoral com esse viés. Granconato classificou a ideologia de esquerda como algo que ensina “tudo o que é diabólico”.
Ao final, ele lançou um ultimato em forma de pergunta retórica aos seus seguidores. “Será que eu devo ficar numa igreja em que o pastor vota na esquerda?”, questionou, sugerindo o desligamento de membros que frequentam ministérios com essa orientação.
Conhecido por seu posicionamento reformado e conservador, Granconato é figura carimbada na chamada “guerra cultural” evangélica. Suas falas frequentemente buscam traçar uma linha divisória clara entre o Evangelho e o progressismo.
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O vídeo gerou reações imediatas e polarizadas na internet. Apoiadores elogiaram a coragem do pastor em defender a “pureza ideológica” do púlpito, enquanto críticos apontaram radicalismo nas associações feitas pelo líder.
Até o momento, o pastor não publicou novos esclarecimentos sobre a repercussão específica deste vídeo, mantendo a declaração como seu posicionamento oficial sobre o tema.
O espaço segue aberto para manifestação das partes. Erros ou Direito de Resposta? contato@ofuxicogospel.com.br.