Pastora

Após crítica de Malafaia, Helena Raquel esclarece: “Não generalizem minha fala”

Pregadora reafirma que sua mensagem nos Gideões visa o aperfeiçoamento do discurso eclesiástico e não a difamação da instituição

Por Caio Rangel • Publicado em 12/05/2026 às 09h17
Helena Raquel prega com microfone em mãos durante culto evangélico.
Helena Raquel durante ministração marcada por forte expressão e intensidade na pregação. (Foto: Reprodução)

RIO DE JANEIRO (RJ) — Em um novo capítulo da polêmica que dominou o cenário gospel nas últimas semanas, a pastora Helena Raquel voltou a se manifestar para alinhar seu posicionamento após as observações feitas pelo pastor Silas Malafaia.

Em uma declaração marcada por diplomacia e firmeza doutrinária, Helena buscou desassociar sua denúncia contra a omissão em casos de abuso de qualquer tentativa de ataque generalizado ao “Corpo de Cristo”, reafirmando seu respeito à hierarquia e às lideranças consolidadas.

Respeito ao Legado de Malafaia

Diferente do que muitos esperavam, Helena Raquel utilizou o espaço para elogiar Silas Malafaia, classificando-o como um exemplo de líder que não se cala diante do pecado. “O pastor Silas é o exemplo clássico do que a gente espera que seja feito. Ele confronta o erro, a violência e dá voz às mulheres”, afirmou a pregadora.

Ela justificou a reação de Malafaia como um zelo natural de quem teme que vozes de “má fé” utilizem falas internas para criminalizar a igreja de forma macro.

Contra a Generalização, a Favor da Verdade

Helena ressaltou que seu tom de alerta é recorrente em seu ministério e que o objetivo da pregação viralizada foi convocar a Igreja a “melhorar o discurso” e “resistir à violência”.

Ela reconheceu que, embora líderes de grande alcance tenham tido cautela, a “grande maioria” dos pastores e fiéis apoia a necessidade de falar a verdade sobre crimes domésticos e sexuais. “Um descontentamento ou outro faz parte do processo de quem fala publicamente”, pontuou a pastora.

O posicionamento de Helena Raquel sinaliza uma maturidade no debate sobre violência doméstica no meio evangélico. Ao evitar o embate direto com Malafaia e focar na correção de rumos da “Igreja Brasileira”, ela consegue manter o foco na proteção às vítimas sem romper com as estruturas eclesiásticas.

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