O portal O Fuxico Gospel teve acesso exclusivo ao boletim de ocorrência que registra a agressão da pastora Renata Vieira contra um homem em um condomínio residencial.
Ficou confirmado no histórico policial que a vítima agredida é um agente da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O policial rodoviário federal Luiz Henrique, lotado na 3ª Delegacia da PRF em João Monlevade, realizava a entrega particular de um sofá no apartamento da autora.
A confusão começou quando o agente constatou que o móvel não cabia no elevador e, por estar sozinho, não conseguiria subir as escadas.
Segundo o documento oficial da Polícia Militar, a pastora Renata Vieira, pré-candidata a deputada estadual pelo Partido Liberal (PL), iniciou ofensas verbais contra o trabalhador.
Ao ver que o homem recolheria o sofá de volta para o veículo, a mulher tentou reter o produto afirmando ser de sua propriedade.
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Detalhes das agressões físicas registradas
Testemunhas locais e gravações de celulares de moradores apontam que a pastora se exaltou e desferiu múltiplos tapas no rosto do agente da PRF.
Durante o ato, a autora alegava em voz alta ser deputada federal e tentou tomar o celular da vítima que filmava a ação.
O relato técnico aponta que a mulher arremessou uma pedra contra o policial e o agarrou pelo pescoço, derrubando-o no chão. Durante a queda, a pastora desferiu uma mordida na panturrilha esquerda do agente.
Luiz Henrique foi encaminhado para atendimento médico na UPA Resenca com escoriações e hematomas.
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Versão da pré-candidata e contestação de testemunhas
Em sua defesa apresentada aos policiais da 39ª Cia PM, Renata Vieira alegou que o entregador agiu com agressividade e proferiu insultos de cunho político contra ela.
A pastora declarou que foi empurrada ao solo e sofreu torções nos braços e dedos ao tentar impedir a retirada do móvel.
O zelador do condomínio e moradores que presenciaram a cena contestaram a versão da pastora. Os depoimentos afirmam que o agente da PRF não agrediu a mulher, não sacou armamento e apenas tentou conter os ataques físicos sofridos até a chegada das viaturas.
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