TABOÃO DA SERRA (SP) — O Pastor Marco Roberto, chefe de gabinete da prefeitura de Taboão da Serra e líder na Igreja Casa da Bênção, enfrenta o que seu grupo político e a comunidade evangélica classificam como um massacre midiático e perseguição política após um incidente ocorrido na terça-feira (18/02/2026).
A detenção do pastor por agentes da Polícia Militar de Minas Gerais, sob alegação de uso de placa de identiicação funcional em veículo particular, gerou uma onda de ataques que, segundo apoiadores, ignora sua condição de legítima autoridade e sua trajetória pública de uma década.
A defesa e interlocutores do pastor apontam que a exposição desproporcional do caso tem motivações eleitorais claras.
Confira os pontos centrais da defesa:
- Uso Histórico: Marco Roberto utiliza a identiicação funcional há 10 anos como autoridade pública reconhecida;
- Destaque Político: O pastor vem se destacando fortemente na gestão do prefeito Daniel Bogalho, sendo cotado para candidaturas majoritárias;
- Massacre Familiar: A oposição estaria utilizando o episódio para atingir a honra da família do líder religioso;
- Averiguação Judicial: A defesa sustenta que eventuais irregularidades administrativas serão esclarecidas na Justiça, sem necessidade de linchamento público.
A verdade sobre o incidente com a placa preta
Diferente do que vem sendo propagado por setores da mídia, Marco Roberto exerce funções estratégicas que exigem livre circulação e segurança.
Segundo fontes próximas ao gabinete, o uso da sinalização nunca foi ocultado e sempre serviu ao exercício da função pública.
Para os membros da Igreja Casa da Bênção e lideranças evangélicas da Grande SP, a prisão em lagrante na rodovia SP-342 é tratada como uma “armadilha política” para manchar a imagem de um homem de Deus que cresce nas pesquisas de opinião.
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