Política

“Esquerda e direita são amiguinhos”: Daciolo detona sistema político nacional

Ex-deputado defende que a política brasileira é um cenário manipulado por interesses internacionais e propõe resistência espiritual

Por Caio Rangel • Publicado em 06/03/2026 às 10h21
Deputado Cabo Daciolo com expressão séria e punho cerrado no interior do Congresso Nacional
Deputado Cabo Daciolo aparece no Congresso Nacional durante agenda em Brasília. (Foto: Reprodução)

RIO DE JANEIRO (RJ) — O ex-deputado federal Cabo Daciolo reacendeu o debate político ao publicar um vídeo no qual classifica a estrutura partidária brasileira como um sistema moldado para o fracasso.

Segundo Daciolo, o país não possuiria autonomia real, funcionando sob a influência de potências globais que ditaram a história do Brasil desde os tempos coloniais.

O ex-parlamentar argumentou que a polarização entre esquerda e direita seria uma estratégia artificial para manter o controle da população.

Conforme sua análise, as lideranças partidárias estariam alinhadas em uma estrutura de comando onde as decisões fundamentais são tomadas longe do alcance do eleitorado, tratando o Brasil como uma “colônia” dos Estados Unidos, com a pressão adicional de interesses chineses.

Daciolo foi enfático ao declarar que a política nacional é controlada por uma “quadrilha” que atua em conjunto, independentemente da fachada ideológica de cada agremiação.

Para o ex-deputado, o cargo de deputado federal careceria de poder prático, sendo o Poder Executivo o verdadeiro protagonista das decisões legislativas via medidas provisórias. Essa estrutura, para Daciolo, seria inexpugnável pelas vias convencionais da política partidária.

A solução proposta pelo ex-deputado para o enfrentamento dessa realidade é de natureza distinta. Ao afirmar que não é possível vencer um sistema estruturado de forma natural, Daciolo convoca o que descreve como um embate “sobrenatural”.

Em sua visão, a resistência deve ser conduzida ao lado do “Senhor dos Exércitos”, mobilizando forças espirituais para confrontar as elites que, segundo ele, tentaram cooptá-lo em todas as tentativas eleitorais anteriores, desde 2018.



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