BRASÍLIA (DF) — O senador Magno Malta (PL-ES) registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal para se defender de uma acusação de agressão física contra uma auxiliar de enfermagem.
O incidente teria ocorrido no Hospital DF Star, onde o parlamentar está internado desde o dia 30 de abril após sofrer um mal súbito. Malta nega qualquer ato deliberado de violência e afirma ser vítima de uma tentativa de destruição de reputação.
Intercorrência Médica e Dor Aguda
Segundo a defesa do senador, o episódio aconteceu durante uma angiotomografia, quando houve o extravasamento de contraste no braço direito de Malta, causando hematomas e dor insuportável.
No documento policial, o parlamentar descreve que sua reação foi um reflexo involuntário ao sofrimento físico experimentado no momento. “Não houve qualquer conduta dolosa ou agressão deliberada”, sustenta o boletim, que solicita a preservação de imagens e a realização de perícia no local.
“Guerra Espiritual” e Desafio de Mandato
Em vídeo publicado nas redes sociais, Magno Malta subiu o tom e relacionou o caso ao cenário político atual, citando a recente rejeição de Jorge Messias ao STF e votações sobre dosimetria penal.
O senador classificou a denúncia como “armada” e parte de uma “guerra espiritual”. Em uma declaração contundente, ele afirmou: “Se aparecer essa imagem [da agressão], eu garanto a vocês: eu renuncio ao meu mandato”.
Solidariedade no Congresso
O caso repercutiu no Senado, onde o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, confirmou que o senador não sofreu um infarto, mas segue sob cuidados médicos.
O desdobramento desta investigação policial será crucial para a imagem de Malta perante sua base conservadora. O senador reafirmou sua trajetória de defesa das mulheres e crianças, classificando a acusação como uma calúnia que atinge sua honra familiar e política.
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