MACAPÁ (AP) — A celebração dos 268 anos da capital amapaense foi marcada por um momento de grande tensão na noite desta quarta-feira (4).
O cantor gospel Marquinhos Gomes acreditou ter sofrido um livramento após cair do palco durante sua apresentação. O artista afirma que o incidente foi fruto de “magia negra” e “impedimentos espirituais” que tentavam silenciar seu ministério na cidade.
Logo após a queda, Marquinhos Gomes tranquilizou o público afirmando: “não morri não, gente”. O cantor disse que percebeu movimentações estranhas no local e chegou a questionar a estrutura do evento, sugerindo a existência de um “pano preto” ou “palco falso”.
Ele afirmou que, apesar da tentativa de Satanás de frustrar o evento, ele se levantou como profeta para declarar que Macapá pertence ao Senhor Jesus.
O artista disse que sua sobrevivência sem ferimentos graves é uma prova da proteção divina descrita no Salmo 91. Marquinhos também convocou os pastores locais para um momento de intercessão no palco.
Ele afirmou ao público que não foi ao Amapá como um artista, mas como um mensageiro enviado para quebrar as pragas e as obras das trevas que, segundo ele, haviam sido preparadas contra sua vida.
Saia-justa com a primeira-dama
Além do acidente com Gomes, internautas sinalizam outra polêmica durante o evento envolvendo a primeira-dama, Rayssa Furlan.
Imagens mostram o momento em que ela afasta a mão de um pastor que tentava orar por ela com imposição de mãos. O episódio, somado à queda do cantor, afirma um clima de estranheza que dominou as discussões nas redes sociais sobre os bastidores da festa municipal.
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