O pastor e arqueólogo Rodrigo Silva utilizou suas plataformas digitais nesta segunda-feira (2) para promover uma análise profunda sobre a recente proposta do presidente norte-americano Donald Trump.
O anúncio de um “Conselho de Paz”, feito durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, sinaliza para o religioso um possível alinhamento com as profecias descritas no livro de Apocalipse.
“Paz e segurança”: o alerta bíblico
Rodrigo Silva afirma que o contexto geopolítico atual, visando unir polos opostos e reconstruir o Oriente Médio, ecoa as advertências do apóstolo Paulo em 1 Tessalonicenses 5:3, sobre o clamor de “paz e segurança” que precede acontecimentos repentinos.
O teólogo sinaliza que, desde as profecias de Daniel, a sucessão de impérios e a unificação de poderes globais seguem um padrão que o cristão deve observar com lucidez e sem sensacionalismo.
O religioso escreve que a iniciativa de Trump, somada ao cenário de globalização tecnológica descrito em Apocalipse 13, adiciona camadas inéditas à interpretação dos sinais dos tempos.
Silva afirma que as grandes alianças históricas muitas vezes buscaram consolidar o poder humano, mas sinaliza que a verdadeira segurança não pode ser fruto de acordos políticos, mas apenas da fidelidade divina.
O religioso sinaliza o exemplo de Franz Hasel para lembrar que o cristão deve preferir a integridade da fé a qualquer pressão social ou governamental. O pastor afirma que a missão da igreja é discernir as aparências que enganam e permanecer firme nos mandamentos de Deus.
Rodrigo analisa que os movimentos globais de unificação podem ser o prelúdio para pressões sobre a adoração e a consciência individual, conforme as advertências bíblicas.
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