A morte do influenciador conservador e cristão Charlie Kirk, assassinado na quarta-feira (10) durante um evento em Utah, provocou forte repercussão entre líderes religiosos e conservadores em vários países, incluindo o Brasil. Kirk tinha 31 anos e era fundador do grupo conservador Turning Point USA.
O pastor Lucinho Barreto afirmou que Kirk era um “louco por Jesus” e pediu que outros se levantem para continuar sua missão. “Poucos impactaram essa jovem geração de americanos como ele! Como sempre, só a violência para calar um Jesus Freak! Que o Senhor console a todos e que muitos se levantem no lugar dele”, disse. Ele também criticou a cobertura da imprensa nacional: “Mídia brasileira podre rotulando um cara cristão daquilo que ELES MESMOS SÃO: EXTREMISTAS!”.
O pregador Jr. Trovão lamentou o crime e fez um alerta: “Até quando veremos políticos de direita sendo mortos ao redor do mundo? Parece que, para alguns, a ideologia vale mais do que a própria vida.”
“O mundo sempre tentou calar a voz da verdade. Mas quando o Evangelho incomoda, é porque ele ainda é luz. Perseguição não é novidade é marca de quem não se curva. Não tema: o Reino não é vencido pela violência. Permaneça fiel, custe o que custar”, escreveu o pastor Gilmar Fiuza.
Para o pastor Travis Johnson, Kirk foi morto devido à fé que professava. “Foi a sua fé que o tornou um alvo. Nesse sentido, ele foi martirizado”, afirmou, comparando o influenciador a pregadores que arriscam a vida para anunciar a Bíblia.
Sean Feucht, músico e amigo pessoal de Kirk, escreveu: “A escuridão não vencerá. Meu amigo Charlie carregava a sabedoria do Espírito que destrancou as mentes de uma geração. Deus levante mais 1 milhão de Charlie Kirk nesta hora.”
O evangelista Franklin Graham destacou o legado do influenciador: “Uma única bala silenciou sua voz, mas não pode apagar sua influência e seu testemunho de Jesus Cristo.”
No Brasil, os pastores Elizeu Rodrigues e Renato Vargens atribuíram o crime à ideologia esquerdista, classificando-a como “demoníaca” e “diabólica”, refletindo a comoção e indignação do meio cristão diante do assassinato.