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Sarah Sheeva rompe silêncio e diz que “não concorda” com a mãe no Carnaval

Apesar das visões opostas, mãe e filha afirmam ter identificado tentativa espiritual de divisão familiar e optaram pelo respeito mútuo

Por Caio Rangel • Publicado em 26/02/2026 às 10h59
Sarah Sheeva e Baby do Brasil em aparições públicas distintas, destacando mudanças visuais ao longo do tempo.
Sarah Sheeva e Baby do Brasil em registros públicos que evidenciam fases diferentes de imagem e estilo.

RIO DE JANEIRO (RJ) — A convivência entre a cantora Baby do Brasil e sua filha, a pastora Sarah Sheeva, voltou ao centro do debate evangélico após o Carnaval de 2026.

Apesar de posições teológicas opostas sobre a presença de cristãos em eventos seculares, mãe e filha afirmam que a relação familiar segue preservada, sem rupturas ou confrontos públicos.

Sarah Sheeva sustenta uma visão rígida quanto ao envolvimento de cristãos com a música secular, defendendo dedicação exclusiva ao louvor congregacional. Ainda assim, a pastora faz questão de separar convicção doutrinária de vínculo familiar.

Segundo ela, embora discorde frontalmente das apresentações da mãe no Carnaval, não se coloca em oposição direta ao ministério de Baby, respeitando sua autonomia e decisões pessoais.

Baby do Brasil, por sua vez, reafirma que sua atuação fora do ambiente eclesiástico não se trata de conveniência artística, mas de obediência espiritual.

A cantora relata que, após uma experiência mística profunda, chegou a considerar abandonar os palcos, mas afirma ter recebido uma orientação divina para permanecer no meio secular como forma de alcançar públicos distantes das igrejas.

Nesse contexto, ela sustenta que sua trajetória musical — incluindo a história com os Novos Baianos — faria parte desse propósito missionário.

Apesar das diferenças evidentes, ambas apontam um consenso: evitar que o debate público se transforme em conflito familiar. Baby e Sarah afirmam que identificaram uma tentativa de provocar atrito nas redes sociais e decidiram adotar uma postura de contenção.

O acordo informal entre as duas prevê liberdade de posicionamento individual, sem ataques ou deslegitimação mútua em espaços públicos. A postura adotada pela cantora e pela pastora chama atenção por evidenciar que divergências doutrinárias profundas não resultaram em rompimento pessoal.

Em um ambiente frequentemente marcado por polarizações, mãe e filha optaram por preservar a unidade familiar, mesmo caminhando por trilhas espirituais e ministeriais distintas.

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