ORLANDO EUA — O jovem Isaac Brum, filho da renomada cantora Fernanda Brum e do pastor Emerson Pinheiro, utilizou suas plataformas para emitir um alerta contundente à comunidade cristã.
Vivendo nos Estados Unidos, Isaac reagiu à recente polêmica envolvendo Donald Trump, que publicou uma imagem gerada por IA retratando-se como uma figura messiânica, classificando o ato como uma “blasfêmia grave” e um choque de realidade para quem idolatra políticos.
O Perigo do “Braço Humano”
Citando o texto bíblico de Jeremias 17:5, Isaac lembrou que a confiança do cristão deve estar depositada exclusivamente em Deus, e não em estratégias ou líderes terrenos.
Ele criticou abertamente o movimento de cristãos americanos e brasileiros que elevaram Trump ao status de “ungido enviado de Deus”. Para Brum, a imagem em que o ex-presidente se veste como Jesus é uma prova de que qualquer líder, sem exceção, é falho e capaz de cometer sacrilégios quando colocado em um pedestal de divindade.
Evangelho vs. Polarização Política
Isaac Brum enfatizou que, embora o cristão deva apoiar causas que se alinhem aos valores bíblicos, a polarização não deve cegar a Igreja. “Eu não vou ficar aqui brigando por política, eu estou falando para vocês, meus irmãos cristãos: parem de idolatrar líderes dessa terra”, disparou.
Ele convocou os fiéis a voltarem o foco para a “causa do Evangelho” e para o cuidado com os órfãos e viúvas, em vez de gastarem energias defendendo figuras públicas que zombam do sagrado.
O desabafo de Isaac ecoa como uma voz de sobriedade em um momento de extrema tensão política e religiosa em 2026. Ao questionar “onde está o ungido agora?”, ele desafia a narrativa do nacionalismo cristão que tenta fundir o Reino de Deus com agendas partidárias.
A repercussão do vídeo foi imediata, gerando apoio de uma ala da igreja que busca se desvincular do ativismo político radical.
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