Cantor

“Lula nunca fechou igrejas”, declara Kleber Lucas em publicação sobre liberdade de culto

Cantor rebateu acusações sobre fechamento de templos e citou a Bíblia para conclamar o eleitorado cristão

Por Caio Rangel • Publicado em 28/08/2026 às 11h28 • Atualizado em 28/08/2026 às 11h29
Kleber Lucas aparece ao lado de Lula durante encontro e registra momento de proximidade entre o cantor gospel e o presidente
Kleber Lucas aparece ao lado do presidente Lula durante encontro. (Foto: Reprodução)

RIO DE JANEIRO (RJ) — O pastor e cantor Kleber Lucas, intensificou sua atuação na pré-campanha presidencial de 2026 ao publicar uma manifestação teológica e política em suas redes sociais.

Após a repercussão de suas falas sobre a regulação de mídias, o artista compartilhou um texto citando trechos bíblicos rebatendo a narrativa recorrente no eleitorado conservador de que governos de esquerda promoveriam o fechamento de templos e a perseguição a comunidades de fé no Brasil.

Citações bíblicas e defesa da liberdade de culto

Em sua declaração, Kleber Lucas recorreu aos versículos de Mateus 25:35 (“Tive fome e me destes de comer”) e Mateus 7:21 (“Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’ entrará no Reino dos céus”) para argumentar que os compromissos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com programas sociais alinham-se aos preceitos cristãos.

“O presidente Lula nunca fechou igrejas nem perseguiu lideranças religiosas. Pelo contrário: sempre respeitou, apoiou e reconheceu o papel fundamental que as comunidades de fé desempenham nas metrópoles, no interior e nas periferias de todo o Brasil”, escreveu o pastor.

O músico ressaltou ainda que durante as gestões anteriores do Partido dos Trabalhadores eventos de grande porte da cultura evangélica obtiveram reconhecimento oficial do Estado, reafirmando que a garantia da liberdade de culto permanece preservada na legislação nacional.

Atuação eleitoral no Rio de Janeiro em 2026

A postagem de Kleber Lucas — encerrada com a declaração explícita de voto nas candidaturas de Lula à Presidência da República e de Benedita da Silva ao Senado — acumula milhares de interações, simbolizando a polarização teológica presente na comunidadae evangélica.

O movimento integra o esforço do Setorial Inter-religioso do PT para ampliar a aceitação da chapa governista nas periferias e comunidades evangélicas do Rio de Janeiro e de todo o país.

As diretrizes para o exercício da pré-campanha e manifestação política de lideranças religiosas cumprem as normas estipuladas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

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