A cantora gospel Sarah Farias movimentou as redes sociais ao compartilhar uma decisão pessoal e profissional: a interrupção temporária de novas parcerias musicais (feats).
Em um desabafo direto aos seguidores, a artista revelou que sua postura não é motivada por desinteresse ou “soberba”, mas sim por uma decepção com os critérios utilizados por alguns artistas para aceitar convites.
O desabafo sobre o mercado de “hits”
Sarah revelou que, ao convidar artistas para parcerias, encontrou barreiras que não se baseavam na mensagem da canção, mas no potencial comercial da música. “A intenção [da pergunta ‘deixa eu ouvir a música’] não é saber se a pessoa gosta da música, mas saber se tem potencial para ser um hit”, criticou.
A cantora pontuou que o cenário atual parece pautado pela busca obsessiva por viralização, esquecendo-se da essência ministerial. “É isso que eu não concordo. Nem todo chute é gol no futebol. E, mesmo que a canção não seja um hit, ela vai fazer o que apraz ao Senhor para várias pessoas”, argumentou.
Divisão de opiniões
A declaração dividiu o público. Parte dos internautas apoiou a visão de Sarah, defendendo que a música cristã deve ser guiada pela inspiração e não pelo algoritmo das plataformas de streaming.
Por outro lado, um setor do mercado defende que o alcance (viralização) é uma ferramenta estratégica legítima para o crescimento de projetos e para que a mensagem atinja um número maior de pessoas.
Sarah Farias reiterou que respeita os colegas que admira, mas que, neste momento, prefere seguir sem novas colaborações.
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