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Renúncia e fé: Fabíola Bastos revela bastidores da conversão de Waguinho

Esposa do cantor detalha período de quatro anos em que Waguinho precisou cumprir agenda secular após conversão para evitar falência por multas contratuais

Por Caio Rangel • Publicado em 07/01/2026 às 11h41
Cantor gospel Waguinho posa ao lado da esposa Fabíola durante evento musical cristão, sorrindo para a câmera.
Waguinho e a esposa Fabíola durante participação em evento gospel. (Foto: Reprodução)

RIO DE JANEIRO (RJ) – Em um testemunho que repercute nas redes sociais, Fabíola Bastos detalhou a transição do marido, o cantor Waguinho, do pagode secular para o ministério cristão. A ministração revelou o alto custo financeiro e emocional que o ex-vocalista do grupo Os Morenos enfrentou para seguir sua fé.

O processo de saída de Waguinho do cenário secular não foi imediato. Fabíola destacou que, após o encontro com Jesus, o cantor ainda precisou cumprir quatro anos de contratos pré-estabelecidos. A rescisão imediata na época implicaria em multas milionárias que comprometeriam todo o patrimônio da família.

Conforme o relato de Fabíola, Waguinho chegava dos shows exausto e afirmava: “Não aguento mais”. O conflito entre a nova identidade espiritual e a vaidade do auge da fama foi um dos maiores desafios enfrentados pelo casal no início da caminhada cristã.

O Sacrifício do Auge Financeiro

Diferente de muitos relatos de conversão, Waguinho abandonou o mercado da música no momento de maior faturamento. Fabíola ressaltou que “o recurso vinha dos shows”, e a decisão de largar tudo exigiu uma dependência total de Deus. Ela profetizou que a honra futura do ministério de Waguinho superaria qualquer sucesso alcançado no mundo secular.

  • Período de Transição: 4 anos cumprindo contratos após a conversão.
  • Obstáculo: Multas milionárias e contratos de exclusividade

O testemunho de Waguinho e Fabíola Bastos exemplifica a migração de ídolos da cultura de massa para o segmento evangélico, um movimento que reconfigurou o mercado fonográfico brasileiro nas últimas décadas. Essa transição ajuda a entender o crescimento da influência da música cristã, que hoje ocupa espaços que antes eram exclusivos do entretenimento secular.

Atualmente, o cantor e pastor Waguinho, atua como pastor na Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC), ministério do presidido pelo pastor Silas Malafaia, além de fazer shows pelo Brasil cantando pagode gospel.

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