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Pastor associa possível retorno de Bolsonaro a sinais da volta de Jesus

Líder da Igreja do Porto de Cristo afirmou que praias do Nordeste e Rio de Janeiro serão atingidas por terremotos e tsunamis

Por Caio Rangel • Publicado em 31/07/2026 às 10h34
Pastor Sandro Rocha prega segurando um microfone e acena para a congregação durante culto em uma igreja evangélica.
O pastor Sandro Rocha durante uma pregação em culto evangélico, cumprimentando os fiéis durante sua ministração. (Foto: Reprodução/YouTube)

GUARATUBA (PR) — O pastor Sandro Rocha, presidente da Igreja do Porto de Cristo, localizada no município de Guaratuba, no litoral do Paraná, provocou forte repercussão nas redes sociais ao divulgar um vídeo em que associa um eventual retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro ao poder com a eclosão de catástrofes naturais de grande escala no território brasileiro.

Na gravação, o religioso classifica suas afirmações como uma “palavra profética” direcionada aos membros de sua congregação e aos seus seguidores.

Anúncio de Cataclismos e Abrangência Geográfica

Durante o comunicado, Sandro Rocha sustentou que a movimentação política de Bolsonaro funcionará como um gatilho para eventos climáticos e geológicos atípicos no país.

“Quando o presidente Jair Messias Bolsonaro voltar ou estiver para voltar, vão começar a acontecer os desastres naturais: terremotos, tsunamis, chuvas intensas, furacões. Muitas coisas vão acontecer no Brasil”, declarou o pastor, alegando ter recebido revelações espirituais sobre o tema.

O líder eclesiástico delimitou ainda a faixa litorânea que, segundo a sua visão, seria afetada por ressacas e ondas de grande porte.

Rocha afirmou que a faixa costeira compreendida entre a Foz do Rio Amazonas e o estado do Rio de Janeiro sofreria impactos diretos. “Todas as praias entre o Amazonas e o Rio de Janeiro, a onda vai pegar, sem exceção”, afirmou, orientando os fiéis a permanecerem atentos aos desdobramentos políticos e ambientais.

Messianismo Político e Repercussão nas Redes

As declarações do pastor paranaense somam-se ao histórico de manifestações que utilizam analogias escatológicas para interpretar a conjuntura partidária do Brasil.

A analogia entre figuras públicas e eventos de proporções bíblicas gera divisões entre analistas políticos e lideranças evangélicas, que questionam o uso de predições alarmistas no púlpito.

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