Cantora

“Sou raiz”: Fernanda Brum revela preferência por hinos antigos em vez de worship

Em entrevista com perguntas rápidas, a cantora gospel listou curiosidades sobre suas produções, estilo musical predileto e referências

Por Caio Rangel • Publicado em 29/06/2026 às 09h32
A cantora gospel Fernanda Brum sorri para a câmera enquanto apoia o rosto sobre a mão em um retrato de estúdio.
Fernanda Brum em retrato de estúdio divulgado em suas redes sociais. (Foto: Reprodução)

A cantora, compositora e pastora Fernanda Brum compartilhou com o público uma série de dados e particularidades sobre o funcionamento de sua carreira e o gerenciamento de suas obras fonográficas.

Em um formato de perguntas e respostas rápidas, a artista detalhou sua participação nos bastidores técnicos e conceituais de seus lançamentos, além de definir suas preferências estéticas e fontes de inspiração dentro do cenário da música cristã nacional.

O Controle Criativo do Audiovisual e das Músicas

A primeira informação apresentada por Fernanda Brum diz respeito à sua atuação como diretora criativa de seu material de consumo público.

De acordo com a cantora, as decisões sobre áudios, vídeos e roteiros de videoclipes passam diretamente por sua supervisão antes de serem repassadas para as equipes de execução técnica. “Acho que ninguém sabe que eu produzo tudo aquilo que vocês consomem… Tudo passa primeiro pela minha cabeça e depois os profissionais executam”, declarou.

Dificuldade Técnica e Influência de Emerson Pinheiro

Ao abordar o próprio repertório, a artista apontou a canção “A Tua Glória Faz” como a obra que demanda maior aplicação de recursos vocais e atenção durante as ministrações ao vivo.

Questionada sobre as tendências do mercado atual, ela optou pelo modelo de hinos tradicionais em vez do estilo congregacional conhecido como worship.

Brum também apontou seu cônjuge, o músico e produtor Emerson Pinheiro, como sua referência artística principal na composição por sua capacidade multi-instrumental.

Os apontamentos feitos por Fernanda Brum sinalizam a manutenção de um posicionamento focado no tradicionalismo gospel e na autonomia de carreira diante das rápidas transformações do mercado fonográfico.

A cantora concluiu o bloco afirmando que, caso realizasse sua última apresentação pública, manteria a mesma seleção de faixas que apresenta rotineiramente em sua agenda oficial.

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